Mostrar mensagens com a etiqueta Ilusão...ou nem tanto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ilusão...ou nem tanto. Mostrar todas as mensagens

25 de setembro de 2011

A Paz pode esperar ! ?

Apelos à Paz são recorrentes um pouco por todo o Mundo. Desde políticos, a religiosos, a pensadores, até ao comum dos mortais. Assinam-se petições, organizam-se vigílias, debates e encontros dos "Senhores do Mundo" são recorrentes. Todos enchem a boca e verbalizam palavras de apelos ao fim das guerras com vista a implementar a Paz. Os meios de comunicação estão repletos de imagens de profunda dor e sofrimento com origem em guerras.
Porquê?
Para quê?

A indústria de armamento, interessa a muitos "senhores"

 Gera milhões (muito importante para a economia)

A Paz (pode esperar)


Rodapé 1: Tanta palavra gasta e tão pouca ação!
Rodapé 2: Devo ser muito limitada mesmo! Não entendo a lógica belicista. Ah já sei, não se trata de lógica belicista, mas de impérios económicos, subjugação do mais fraco...... bahh
Rodapé 3: fotos da net

2 de junho de 2011

Reflexões .... pré eleitorais

Um retrato bem actual do nosso país.

A fábula Mouseland (em português: "Ratolândia") foi inicialmente contada por Clarence Gillis e mais tarde popularizada em discurso por Tommy Douglas, político canadiano. A fábula expressava a visão de que o sistema político canadiano estava viciado, pois oferecia aos eleitores um falso dilema: a escolha de dois partidos, dos quais nenhum representava os interesses do povo.
Na fábula, os ratos (o povo canadiano) votavam nos gatos negros (Partido Progressivo Conservador) e depois de algum tempo descobriam o quão difícil suas vidas eram. Depois votavam nos gatos brancos (Partido Liberal) e assim ficavam alternando entre os dois partidos.
Um dos ratos tem então a ideia de que os ratos deveriam formar seu próprio governo...

Ah e não se esqueçam:
"podem encarcerar um homem, um rato.... mas não podem encarcerar uma idéia"!



Rodapé: Votar é um direito e um dever. O problema maior (para a consciencia individual) é quando nos deparamos com a falta de representantes (estou com esse dilema interior).

25 de novembro de 2010

Nua de Azul

Despir-me
da roupa que visto
Caminhar despida de conceitos, normas, ideias politicamente correctas
Nua
vestir-me de mim.

O cheiro intrínseco da pele
Não o odor engarrafado

Ao som de Mozart
Ou Ravel
qualquer outro som... puro e belo

Sem paredes de cimento
Sem o barulho dos motores

Dizer as palavras não ditas
Chamar as coisas pelos nomes
Afinal para quê a existência das palavras?

Gritar
Merda
Porra
Filhos da Puta

Depois descansar

Doçura
Amor
Prazer

Perder-me na espiral de sentidos
Despida
Vestida de gemidos
Sentir a respiração ofegante
Tua e minha

Afastar o teu corpo e ficar assim a Olhar-te
Puxar-te sofregamente
Percorrer os teus cabelos
Isolada do Mundo

Descansar
Caminhar

Verde
Amarelo
Branco
e Azul

Voar e pousar numa Terra sem nome
Sem barreiras

Inventar o Nome
Viver a plenitude sem palavra
Novo Mundo

Rodapé 1: Não me canso do azul
Rodapé 2: Foto da net
Rodapé 3: E com este texto que saiu assim todo de uma só vez, sem leituras e correcções, surgiu-me a ideia para um novo blog (a maturar)

1 de junho de 2010

Rebanho....


Será o que se pretende numa sala de aula... em rebanho... todos iguais?

Rodapé 1: Not in my world
Rodapé 2: um reminder no Dia Mundial da Criança
(ficava bem falar da declaração de 1950... fica para outro dia)
Rodapé3: We are all children, always learning to grow up

16 de março de 2010

Papel ou Não?


A escrita neste espaço não me conseguiu afastar do hábito antigo de escrever à moda antiga.
Vulgo, papel e caneta.
Não sei bem a razão, mas gosto e muito.
Sinto a utilização do papel e caneta, mais intimista, mais eu e mais meu.


Rodapé: Por enquanto, a manter

13 de março de 2010

Ilusão


"A distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente."

Rodapé: from Albert Einstein