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4 de junho de 2012

Sonhos

Two types of dreams



Rodapé: Keep on dream

25 de dezembro de 2011

Cansada mas Feliz


Tão fofinha. Adorei a ternura


Rodapé: Bons sonhos e um soninho descansado, para todos !

17 de abril de 2011

Amor e Consciência II


"Estamos começados, mas não acabados"


Esta frase tão simples, era frequentemente usada pela minha avó.
Cada vez me faz mais sentido.

Estou a descobrir-me.
A cada dia que passa
Uma descoberta sem fim. Um auto conhecimento que não termina

Dependências....
Sempre me fez alguma confusão, as dependências afectivas.
Poderemos amar sem nos sentirmos dependentes de quem amamos?
Acreditei que sim.
Defendi que só fazia sentido amar se não sentíssemos dependência
Agora?
Bem, hoje acredito que se pode ser feliz sem estarmos ao lado de quem amamos.
Sei.
Sei porque sinto que sem ti consigo ser feliz.
Mas sei que é uma felicidade coxa
Parece que me falta algo
Como se estivesse coxa
porque me falta algo! TU!

No início era tudo tão fácil. Tão simples.
As conversas fluíam... Assim como um rio.
Sem esforço.

Sei quem tu és. Quis conhecer-te. Descobrir quem és e como és
Tu?
Não sabes quem sou. No íntimo, não sabes. Nunca quiseste saber. Não quiseste descobrir.
Tu és fácil de conhecer. Mostras quem és com tanta facilidade
Eu não. Demoro a mostrar-me. Sou como um livro fechado. É preciso saber ler-me. É necessário percorrer as páginas, as frases, as palavras, as letras

Sinto-te.
Sei que é estranho
Mas sei quando não estás bem. Consigo sentir-te à distancia
Nem imaginas... Mas preferia não te sentir desta forma
Era tão mais fácil. Tão mais simples

Sinto falta do teu amor 
(que talvez só tenha existido na minha cabeça, no meu coração, na minha alma)
Sinto falta do que não vivemos
Sinto falta de te amar
De te abraçar. De te encher de mimos
Sinto falta de tanto

Sinto falta de conversar contigo
De ouvir a tua voz
De sentir a tua voz
De olhar nos teus olhos, de te ver a olhar os meus
De me aninhar em ti, de te sentir encaixado em mim


Rodapé 1: Estás em mim. E pergunto-me: Estarás para todo o sempre?
Rodapé 2: Estes dias em que me retiro para pensar... Será que me fazem bem? Sabem o que me apetecia? Ser inconsciente (nem que fosse só por um bocadinho)

28 de fevereiro de 2011

Responsabilidade e Sentimentos


É  da responsabilidade de cada um de nós, aquilo que decide cultivar dentro de si. 
Os pensamentos e os sentimentos de paz fazem crescer um jardim de flores interno

As frases acima são bonitas não é?
Não me parece que alguém sinta que são feias ou vazias de sentido. São palavras. Só isso. Meras palavras. Talvez isoladas se tornem vazias de sentido. E não queiram dizer nada. Afinal trata-se de meros caracteres que nos habituamos a saber ler e a verbalizar.


Mas, se fazem sentido. Se as reconhecemos como puras e repletas de sentido, porque não aplicar as palavras à realidade quotidiana? É isso mesmo. As palavras per si nada valem. Podem inundar-nos o ser e fazer em nós transbordar alegria e sorrisos. No entanto e se não actuarmos no dia a dia com sentimentos de paz, de harmonia, de bem querer, então de nada serve ler as palavras. A importância das palavras reside na sua aplicação. Traduzem o que pensamos, aquilo em que acreditamos, manifestadas em comportamentos. Meus. Teus. De todos. O poder mais importante de uma palavra é o poder da inspiração. Sejamos então inspirados pela beleza das palavras e aí sim, actuemos.
Por um mundo melhor. 

Rodapé 1: A importância das palavras reside em não mentir. Preferível atirar fora a palavra do vocabulário, do que empregar a dita sem sentir, sem agir.
Rodapé 2: Eu aprendi faz tempo que não devo nem posso negar em mim, o sentimento das palavras. Doeu (ainda dói às vezes), mas de outra forma não sou consciente. Principalmente não sou honesta e muito menos verdadeira comigo. E, ser verdadeira comigo é a minha obrigação maior enquanto mulher, enquanto ser humano.
Rodapé 3: Fotos da net

27 de fevereiro de 2011

Amor e consciência

Gosto de amar.
Gosto de te amar.
É a verdade que sinto em mim.
Passam dias, semanas, meses, anos e continuo-o a pensar em ti com tanto, mas tanto amor.
E sorrio
Sorrio de dentro de mim

Não te vejo.
Não te toco.
Não te sinto.
Mas sei-te.

Pudera eu inundar-te de carinho e amor
Pudera eu ser EU ao teu lado
Pudera eu ser quem sei que sou e tu desconheces

O tempo não quis
Não tinha que ser nesta minha vida, nesta tua vida
Mágoas mútuas
Encontros
Desencontros
Sei que te magoei e te fiz sofrer. Sei
Nunca saberás o quanto me magoei a mim mesma

Ainda hoje me dói e me pergunto o porquê

Aprendi a amar-te assim.
À distância
Sem te ter presente fisicamente.
Sem te olhar. Sem te abraçar.
Sem te ver rir e sorrir.
É incrível como te consigo envolver num abraço forte
Nunca o saberás

Todos os dias te penso
Todos os dias velo por ti
Todos os dias


Procurei deixar de te amar. Até acreditei que estavas guardado naquele cantinho que reservo a pessoas especiais, daquelas que se amam, que fazem parte da caminhada, mas que não estão destinadas a acompanharem a vida, lado a lado. Acreditei ter encontrado em outra pessoa "aquela pessoa", "aquele tal homem". Nada mais foi do que neblina no olhar e no sentir. No momento da decisão. Não pude continuar. Afinal não se está com alguém a pensar em uma outra. Não é justo. Não é correcto. Acima de tudo não é verdadeiro. Não é consciente.

Rodapé 1: Eu amo-te em consciência. Sabes o que quero para ti? Felicidade pura e verdadeira.
Rodapé 2: Sabem, às vezes existe uma pessoa, aquela pessoa!...Não saí da cabeça, da alma, do coração, do corpo. É bom.Pergunto, será que só existiu para mim? Adiante... Sublime seria ser partilhado. Quando não é? Seguimos em frente de cabeça erguida e coração partido. Com uma certeza Amar é mesmo único. E com esperança. Voltar a AMAR.
Rodapé 3:  Amar é sublime.

9 de janeiro de 2011

Troca de voltas



E agora?
Que fazer?
O passado que julgava arrumadinho...
Bem lá atrás, derrepente me troca as voltas?

Gostei do que senti... por ti (once again, perhaps since ever and forever...).
Então porque doeu? Dói... tanto...
A tua ausência.
O meu eu.

Rodapé 1: Ocorre-me um pensamento louco (another one). Perder o amor é um pouco como morrer.Com a diferença que morrer tem fim (ou talvez não) e a perda do amor... não sabemos quanto tempo dói (pode ser para todo o sempre).
Rodapé 2: Sad. Difícil de entender? Não, entendo bem. O difícil é não sentir...(opto pelas conversas olhos nos olhos, pela partilha, sorrisos e gargalhadas...).
Rodapé 3: Podemos sentir amor e revolta ao mesmo tempo?
Rodapé 4: No meio da lenta aprendizagem, Sei que te amei, tanto tanto. E tu? Eu ainda te amo, muito.
Rodapé 5: O Universo é perfeito! Nós. humanos não.
Rodapé 6: Foto da net. Linda. Amei esta foto.

8 de janeiro de 2011

Ouvir-me


Olhar bem fundo, para mim. Observar-me. Falar comigo mesma. Observar-me e ouvir-me.
É fundamental para o passo seguinte. O que digo a mim própria. Porque a forma como falo comigo. O que me digo. O que penso de mim. Os meus pensamentos acerca de mim têm influência. Muita influência. Vão influenciar o modo como os outros me vêm. Principalmente o modo como me vejo a mim própria. Logo vão influenciar todos os sectores da minha vida.
Por isso devemos ter pensamentos conscientes. Eu acredito. Positivos. As nossas emoções são o reflexo do que pensamos. Que se manifestam nos comportamentos. Importa sempre pensar com consciência. Se os pensamentos forem conscientes, as nossas acções também o vão ser. E se o que pretendemos é viver uma vida em consciência, então vamos todos, pensar com a consciência. Isto se pretendermos agir com verdade. Tomar decisões com verdade. E vivermos bem connosco.

Importa espalhar sementes para que os caminhos sejam suaves. E quando aparecer um espinho é sempre mais fácil viver com ele e ultrapassá-lo.


Rodapé 1: nada como tomar decisões depois de me ouvir. Fico logo mais serena
Rodapé 2: o que não inviabiliza uma loucurazinha :-)
Rodapé 3: as sensações estão a diluir-se
Rodapé 4: a foto não é da minha autoria, mas lá que gostava que fosse, isso gostava. É linda. Serena. convida à introspecção.

4 de janeiro de 2011

Sensações ... (4)



Embora ainda não na totalidade, já que as sensações, visões, feelings (whatever) não se dissiparam por completo. Já entendi uma parte, já a realizei. É bom. Mesmo. Diminui as angústias e as incertezas. Fico mais calma. Sinto-me mais serena. Ainda fico mais disponível para ouvir atentamente. Posso dar aquele abraço....
Uma parte do mistério, aqui a je (yeap euzinha). A J.... O Paulo... bem... mas não acaba aqui. Sinto. Sei. Existe mais alguém das VIPIMLAW que não está bem... não consegui ver quem.

Vou aqui deixar o Sutra do Coração (a mim faz-me sempre bem, espero que a vocês também)


"Sutra do Coração

OM, homenagem à venerável perfeição da sabedoria!
O bodhisattva Avalokiteshvara, em profunda meditação Prajna Paramita

viu claramente a vacuidade da natureza dos cinco agregados

e libertou-se da dor.

Ó Shariputra, forma não é senão vacuidade,

Vacuidade não é senão forma.
Forma é precisamente vacuidade,

vacuidade precisamente forma.

Sensação, percepção, reacção e consciência

são também assim.
Ó Shariputra, todas as coisas são expressões da vacuidade.

Não nascidas, não destruídas, não maculadas, não puras,

Sem crescimento nem declínio.

Assim na vacuidade não há forma,

Sensação, percepção, reacção nem consciência.
Não há olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo, mente.
Não há cor, som, odor, sabor, tacto, objecto.
Não há campo de visão nem campo de consciência.
Não há ignorância nem fim da ignorância.
Não há velhice e morte nem cessação da velhice e da morte.
Não há sofrimento nem causa do sofrimento.
Não há caminho, não há sabedoria nem proveito.

Sem proveito – assim os Bodhisattvas vivem esta Prajna Paramita

Sem obstáculos na mente.

Sem obstáculos e por isso sem medo.

Muito para além das ilusões, Nirvana é aqui.

Todos os Budas passados, presentes e futuros vivem esta Prajna Paramita
E alcançam a suprema, perfeita iluminação.

Por isso deves saber que Prajna Paramita é o sagrado mantra,

o mantra de grande sabedoria, o melhor mantra.

O mantra luminoso, o mantra supremo,

O mantra incomparável

Que dissipa todo o sofrimento.
Isto é verdade.
Por isso pratica o mantra da Prajna Praramita
Pratica este mantra e proclama:


GATE GATE PARAGATE PARASAMGATE BODHI SVAHA! "


Rodapé 1 : O Sutra do Coração  é um dos principais textos do Budhismo. É um dos discursos sobre a Perfeição da Sabedoria, entre os quais estão também o Sutra do Diamante e o Sutra de Oito Mil Linhas. As colecções completas de Discursos sobre a Perfeição da Sabedoria foram destruídos com o grande monastério indiano de Nalanda, no séc.XII. mesmo assim, diz-se que o Sutra do coração contém a essência desses ensinamentos, o coração.
Rodapé 2 : Imagem representa o Buda da Sabedoria (da net)
Rodapé 3: VIPIMLAW (Very Important Persons in my Life and World)

3 de janeiro de 2011

Sensação... (3)

foto da net

Sensações
Feelings
Sentires

Não sei se vos costuma acontecer...
uma sensação estranha... não agradável... como se algo menos bom estivesse para acontecer... como se alguma das VIPIMLAW (very important persons in my life and in my world) não estivesse bem.

Comigo é habitual.
Algumas vezes consigo perceber o "quem". Ou seja, no imediato percebo a quem devo dar um hug (daqueles apertadinhos que mimam e aconchegam). Quando é assim é mais fácil para mim entender e aceitar. Outras vezes (e aqui fico de coração apertadinho) sinto que algo não está bem com VIPIMLW, mas não consigo perceber quem... Fico angustiada e acabo por ficar exausta de tanto procurar ver... Sinto-me como se estivesse em queda livre... procuro agarrar-me ao que quer que seja que julgo ser seguro... Cerro os olhos. Olho em volta e procuro... em vão... e questiono-me: o que não está a chegar até mim?... o que não consigo ver?

Rodapé 1: tenho de começar a aceitar melhor que nem sempre consigo perceber o quê e principalmente o quem.
Rodapé 2: Um nome no sonho continua presente na minha mente, Shana ou Shara... não sei.
Rodapé 3: A intuição é o meu Eu interior. Sei em mim, sei. Consciente. Deveria seguir sempre a minha intuição. Porque não sigo então? O que me impede? (fica para outro dia)

2 de janeiro de 2011

VIPIMLAW


Sempre que um ano termina e um novo se inicia, é costume fazerem-se análises, balanços do ano que finda. Planos, desejos, traçar objectivos para o ano que começa. Ok é simpático, caí bem. Mas meus caros, o que importa e me faz sentido é que a análise e objectivos do que passou e do que se pretende, seja feito no dia a dia. Sempre. De consciência. Bem como dizer e sentir de coração: quero-te muito, amo-te tanto (opá estou a plagiar as frases de uma publicidade. quero lá saber).

A todos os que fazem parte do meu mundo. Aqueles seres especiais que trago no coração digo:

Obrigada por existirem
Obrigada por fazer parte do meu mundo
Obrigada por me aceitarem no vosso mundo

Assim como sou, louca, imperfeita, verdadeira...com os pés assentes na terra e tantas vezes a voar por aí. 
A procurar sempre viver em verdade, aceitando-a, com a alegria e a tristeza
Sem vocês o meu mundo seria menos bonito
E eu?
Bem sem vocês o meu coração seria menos quente
E eu, cantaria e sorriria menos
Obrigada

Rodapé 1: Tradução de VIPIMLAW, Very Important Persons in My Life and World
Rodapé 2: Não vou dizer nomes. Vocês sabem quem são.
Rodapé 3: Quanto a mim, estou bem. Calma, tranquila, consciente. Cada vez com mais vontade de viver com consciência, verdade, inteira. Só assim me faz sentido. E gosto de me observar no passado e no hoje. Quanto ao amanhã... viver sem expectativas e aceitação.
Rodapé 4: A foto que ilustra este blog foi retirada da net. Acompanha-me há mais de uma década (pois, tou crescida). 

27 de dezembro de 2010

A vida tem piada



A vida tem piada.
Não me refiro a anedotas nem aos momentos hilariantes que vivemos ou presenciamos. Aqueles que terminam com sorrisos após gargalhadas contagiantes. Afirmo que a vida tem piada mesmo. Porque acabei de perceber que me sinto feliz. Estou feliz. Para quem não sente o Natal, acabo sempre por o viver. Intensamente. Este Natal à semelhança de outros já passados, foi vivido com a família, de sangue e do coração. No momento em que escrevo estou cansada, mas de sorriso nos lábios. (passa da 1 da manhã) Nada substituí os sorrisos de alegria. Os pulos de felicidade de quem mais amo. A partilha. As trocas. O dar e receber. Ambos com a mesma importância. Genuíno. É, a felicidade só é possível se a vida for vivida com verdade. Neste mundo "louco" ser genuíno é a grande verdade. Sem medos. Com sorrisos e abraços.

Rodapé 1: A melhor prenda? Ouvir do outro lado do telélé, a voz do Paulinho na noite de 24. Fiquei de coração e alma cheia.
Rodapé 2: Das prendas desembrulhadas... a dos meus anjos (amo-vos muito) e o Mickey. Sim um boneco chamado Mickey até dei saltinhos, pulinhos e outras coisas terminadas em inhos.
Rodapé 3: As dores e o sofrimento fazem parte desta "coisa" a que se chama ser feliz.
Rodapé 4: Amanhã, 27 Jardim dos Sentidos again :-) Bendita comidinha num espaço fabuloso.

23 de dezembro de 2010

Be Happy Be You



Não sou grande fã da época natalícia.
Esta data assinala o nascimento de Jesus (que por acaso e, de acordo com os historiadores não nasceu na data em que se comemora por todo o mundo católico, o seu nascimento). Reconheço a sua importância para um Mundo que se quer de Paz. Como não me reconheço nem identifico com os princípios do catolicismo, esta data não tem para mim a importância que seguramente tem para os católicos. Paralelamente, as comemorações natalícias cada vez mais estão associadas a um consumismo sem paralelo. Também eu aqui me deixo seduzir e não resisto a comprar lembranças para quem amo nesta vida.A outra comemoração associada a estes festejos reside em reunir a família (a de sangue e a de coração). Desta gosto mais. Bem mais. mas esta pode ser reunida sempre que o quisermos.

A todos os que por aqui passem desejo que SEJAM FELIZES.
Amem muito. Sorriam. Acima de tudo SEJAM VOCÊS MESMOS.

So, I wish to all of you:
Be Happy
Be You

Rodapé: Não se esqueçam de pedir ao Pai Natal: Uma caixinha cheinha de Paz.
(interior e exterior)

16 de dezembro de 2010

Voz do coração vs da razão vs intuição

(foto da net)

Ontem acordei com as energias em baixo. Dormi imenso, mas acordei cansada. Sonhei. Sonhei. Sonhei. De manhã sentia-me exausta. Sonhar é bom. Universos paralelos como costumo dizer. No entanto os sonhos desta noite, como dizer... estou à procura da expressão adequada... menos estável.. Mexeram com o meu íntimo. Levaram a que as bases estremecessem. O que significa que não estavam assim tão arrumadinhas. Necessito de pensar com calma. Observar-me. Para entender. Simultaneamente penso: para quê? afinal já vivi estes sentires. Que dejá vu! E também sei que graças a estes sentires coloquei um ponto final em algo. De forma maturada. Consciente. Porque existem sentires e realidades que não fazem sentido. Corrijo. Fazerem sentido, fazem. E nunca, nunca devemos deixar de escutar o que efectivamente sentimos. Mas sei que me faz mal. Me magoa e faz sofrer. Então, o porquê destas voltas e reviravoltas dos sentires e dos sentidos. Estou a questionar; devo seguir a voz do coração? a voz da razão? ou a voz da intuição? Neste preciso momento, é assim: se seguir a voz do coração vou ser impulsa. Se escutar a razão, demasiado racional, irei reduzir na totalidade a voz dos sentires. Se auscultar a voz da intuição vou chorar. Aliás foi o que já fiz hoje. Chorar. Andei a pé, umas 3 horas de manhã e de forma inconsciente chorei. Quando me apercebi as lágrimas caiam em silêncio. Sentidas. Imaginem só: eu a andar a pé e as lágrimas a rolar. Aprendi já, que chorar faz bem. É libertador. Lava a alma. Fica-se mais leve.

Rodapé: Estes sentires fazem parte das mudanças inerentes ao meu crescimento.

7 de dezembro de 2010

Viver a Vida

Foto: Monsanto Junho 2010

A vida é uma dádiva preciosa e sublime, na qual tudo é possível.
Pode parecer sonhadora, esta frase. Mas não é (ou talvez seja... who cares?)
É preciso sonhar, é preciso magia e até fantasia para crescer.
Os momentos em que paramos. Ouvimos a voz do coração e aí sim, sabemos que estamos no caminho certo. Sem promessas. Porque a vida não faz promessas. Nem nós as devemos fazer a outros. A vida não tem manual de instruções, nem oferece garantias. Está nas nossos mãos. Nós temos o poder de escolher. De fazer escolhas. E depois é necessário parar e perceber se a escolha foi a certa. E se não for? Bem se não for, já aprendemos. Aprendemos muito mais com os erros do que com os passos certos.
E o que fazer naqueles momentos de tristeza porque algo bom terminou?
Não chorar porque acabou, antes sorrir porque aconteceu.

Vamos imaginar que a vida é um gráfico. Já está?
Os pontos altos são as vivências, os sonhos, as ilusões, as lições, a aprendizagem, o que recebemos, o que demos. Todas as paixões, todos os amores, a confiança em nós mesmos e nos outros, a esperança... o saldo é positivo. E os pontos baixos? Alguns... boa!
Importa não contabilizar a vida pelas percas, mas sim pelo que se viveu e continua a viver.

A felicidade plena e absoluta é uma ilusão. A felicidade são momentos. Ser feliz é um estado de espírito.ser feliz é uma forma de estar (e sentir). Que se constrói dentro de nós. Impossível ir buscar a felicidade a outras pessoas. Claro que nos sentimos melhor, mais equilibrados, mais felizes se as pessoas que trazemos no coração estiverem bem. Mas não são factores externos que nos tornam felizes. A felicidade tão comummente associada ao amor, à paixão....por outrém. Pois é. E o amor por si mesmo? Epá não me parece que sejamos felizes numa relação se não nos amarmos MESMO a nós próprios. O que não invalida uma forte relação de Amor seja a que nível for. O que pretendo dizer é que as relações de amor sejam com um companheiro, com filhos, amigos, pais... vão ser mais fortes, mais intensas se o que nos unir a nós mesmos for amor verdadeiro.
Acabei de me lembrar de uma frase de Carl Gustav Jung "Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta". Não é fácil (não é mesmo). Não é indolor, mas sabem o que vos digo: Vale a pena!

Por isso vou repetir uma frase que escrevi mais acima; Não chores porque acabou, sorri porque aconteceu.

Rodapé 1: Os sorrisos de momentos vividos ficam para sempre em nós.
Rodapé 2: Ouvir o coração (mesmo) ele tem sempre razão (vá-se lá saber porquê)
Rodapé 3: Foto da minha autoria, num pic-nic no Monsanto em Junho 2010

26 de novembro de 2010

Real Hug


Somethimes all I want is a real hug.
A big one.


Rodapé 1: Hoje não estou nos meus melhores dias
Rodapé 2: Foto da net

21 de novembro de 2010

A vida é linda

Este fim de semana começou mais cedo. Na 6ªfeira. Uí que bom. Os príncipes encantados sem aulas e de fim de semana com o papá.
Aqui a menina (depois de pensar um cadinho) rumou até Tróia. Fazia tempo que não estava lá nesta altura do ano e muito menos sózinha. Correcção: estava comigo mesma. Uma espécie de retiro. Intimista e pessoal.

Arrumei a mochila (nada de levar muita tralha). Calcinhas de ganga e sarouel, malhas, corta vento, botas... e pouco mais.

as botas


este cachecol (é comprido e muito quentinho) e alguns malas

Desliguei os phones. Nada de horários.

O tempo estava de chuva. Vento. Frio.
Gosto destes dias, vá-se lá saber porquê.

Relaxei. Descansei. Li. Meditei. Foi assim a sexta-feira.
Sem semáforos. Sem horas.
O tempo com o tempo. Calminho e sereno. À chuva ao vento. Correr na areia atrás do vento...

Sábado. Vento. Frio. Quase sem chuva. Gosto tanto de passear assim na praia. Sentar-me na areia húmida. Olhar o mar. O azul do mar que se confunde com o céu e perder-me nas formas das nuvens. Observar as gaivotas. Ao longe vislumbra-se a Arrábida. Imponente. Aqui e ali vislumbram-se algumas pessoas. Poucas. A praia quase deserta. É bom sentir a mente assim. Permanecer na praia enquanto a lua vais surgindo devagar. Muito devagarinho. Liberta-me a alma. Adoça-me o coração.

Não resisti. Existem momentos a eternizar para lá da memórias.
Liguei o phone e tirei algumas fotos. As das gaivotas não ficaram nada bene.
Fica para a próxima.

Domingo. Dia de regresso. Não me apetecia. Garanto. Apetecia-me permanecer naquele espaço. Isolar o tempo. deixar-me estar assim. A meditar. Principalmente a mimar-me. A namorar-me.

Existem tantas leis, normas, regras.... pelo menos uma vez por ano deveriamos de ser obrigados a ficar assim. Silêncio. Ouvir a cabeça, o coração e principalmente as nossas emoções. É tão importante ouvir as emoções. Para depois as afastar... o mesmo sucede com os medos. E aí sim é possível ouvir o EU. Íntimo. Pessoal.

A repetir. Mais para o norte ou talvez (como diz a canção) rumar para sul.

A VIDA na sua essência é Linda. So Live. Love. Feel.

Rodapé 1 : Estes momentos são muito importantes pour moi.
Rodapé 2: "José e Pilar"... fica para outro dia. O fim de semana foi grande, mas não dá para tudo.
Rodapé 3: Nada de cimeira da Nato e afins. Este weekend foi só meu.

5 de outubro de 2010

Magia


(photo da net )

Quando somos crianças acreditamos que o mundo é um lugar mágico.
Acreditamos em contos de fadas, em seres mágicos. Em duendes e fadas.
Acreditamos que não existem impossíveis e que todos os sonhos são passíveis de concretização.
Acreditamos que o lugar seguro vai existir para todo o sempre.

A tomada de consciência do mundo real, surge com o crescimento e a integração. À medida que nos desenvolvemos física e psicologicamente a percepção do mundo altera-se. Crescemos e mudamos. Desenvolvemos não só o exterior, mas principalmente o Eu interior. A inteligência emocional.

Estas percepções são graduais e directamente ligadas às experiências individuais e colectivas que vamos experimentando. Dado que não existem dois ciclos de aprendizagem idênticos, também não existem duas pessoas igualmente idênticas. Nem em gémeos. Sei do que falo, já que sou gémea. Os percursos são sempre marcados por experiências, aprendizagens distintas.
A forma como se olha e se sente o que existe, no interior e exterior de cada um de nós, é fulcral para a tomada de consciência do real.

O modo como a palavra NÃO é entendida e aceite é relevante para todo este processo.
(Não devo descurar as experiências e sentires já vividos e sentidos noutros ciclos, de outras passagens.)

Será que cada um de nós se conhece realmente?
Poderemos dizer sem margem de dúvida; EU CONHEÇO-ME!!!
Nenhum ser humano se conhece ao ponto de poder prever comportamentos, sem margem de dúvida. Poderemos prever comportamentos com base em experiências passadas ou na aprendizagem adquirida.
Quantos de nós já se surpreenderam com reacções, afirmações e passos dados?
quantos de nós já passaram por momentos em que não se reconhecem nas atitudes e/ou palavras verbalizadas?

É! O mundo pode não ter magia da infância. Mas continua a ser um desbravar continuo-o de aprendizagens e sabedorias a adquirir.
De outro modo como seria possível mantermos o factor surpresa na vida?
Yeap de outra forma não teríamos capacidade de nos surpreendermos.
De mudar. De continuamente continuar a crescer.

E viver sem surpresa não teria mesmo graça nenhuma!


Rodapé: Eu acreditei que o mundo era um mágico. Continuo-o a acreditar que viver é magia. Another kind of magic

Abraço

(photo retirada da net e trabalhado por mim)


Abraço! Abraçar! Ser abraçado!

Acto tão simples como envolver alguém com os braços e trazer esse alguém para perto de nós.

Um abraço permite sentir o cheiro e a pele do outro.
Um abraço quando o nosso amigo está triste.
Um abraço quando o nosso amigo está contente.

Para quem acredita em milagres, é isso mesmo que um abraço dado com sentir faz. Um abraço na altura certa faz milagres.
Abraçar é mais do reconhecimento é partilhar.

Abraçar! Abraçar quem?
Os nossos amigos, os nossos filhos, o pai, a mãe, o colega de carteira, o cão e o gato.
Acima de tudo abraçar quem se ama. Quem trazemos no coração.
O abraço é simples e gratuito.
O abraço não tem preço.
E abraçar, tem a força de um milhão de palavras.


Rodapé: escrito por mim e publicado em outro espaço a 23-04-2007.
Faz-me todo o sentido reler e partilhar

4 de outubro de 2010

Because Love is Bigger than Life (3)

(photo da net)

Happy! Happy! So Happy!

There are are no words to explain what I'm felling. The maelstrom of fellings and emotions that invade me, my heart in this moment.

It doesn't matter. Words are not important in this moment.

What matters now, what is important in this moment of time, it's that you are allive my dearst.

I don't care about gossip, no matter how people can be so tiny.
I don't care about coments. I really don't.

I know I will see you soon. My heart is filled with happiness and joy

Do you know what I want to do?
Give you a hug.
A BIG ONE
The BIGGEST HUG in THE WORLD


Rodape: I cried today..... of happiness and of joy.

3 de outubro de 2010

Because Love is Bigger than Life (2)


Meu Querido AMIGO do Coração,

Quero escrever sobre ti.
Sabes, tenho a cabeça repleta de letras.
Letras grandes e letras pequeninas.
Eu sei que com tantas letras na minha cabeça, conseguiria de certeza escrever belas frases acerca de ti
Então, porque não consigo?
Sim, porquê?
Sabes, parece que não consigo juntar as letras com que se formam as palavras
Pelo menos palavras com sentido,
Perceptíveis
Sabes a minha cabeça também está repleta de imagens, umas a cor, outras a preto e branco
Na minha cabeça existem sons, sons lindos e únicos
É o som da tua voz. Uma voz alegre, colorida, cheia de de vivacidade e musicalidade
Sabes que consigo ouvir-te a dizer:
"Alô mon amour "
"Tenho tantas saudades tuas"
"Gosto tanto de ti"

Dou por mim a sorrir
Vejo-te na minha mente. É uma imagem tão real
Tão real que consigo descrever a roupa que tens vestida.
Tão real que sinto o teu cheiro e te consigo abraçar
Tão real que te oiço, uma e outra vez
E sinto que estás mesmo aqui.
Ao meu lado

Vou continuar a amar-te

(existem amores que são para sempre)
e
Talvez um dia consiga escrever sobre TI como tu mereces
............................................

Morreste-me.
Mas a memória guarda-me o teu cheiro, as tuas mãos e o teu sorriso.
Tenho saudades do tempo que não passamos juntos e que eu gostaria de ter passado contigo.

Estas frases são do José Luis Peixoto, in "Morreste-me"

Amei este livro quando o li a primeira vez (há cerca de 10 anos). Hoje, mais do que nunca, estas duas linhas fazem sentido. Tanto sentido. Desculpa Luís, vou roubar estas tuas frases. Preciso delas para mim. Nunca me fizeram tanto sentido como neste momento. São minhas, agora, preciso delas, tanto, tanto.
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Rodapé 1: Queres saber uma curiosidade?
Não consigo apagar os teus números dos meus contactos. Principalmente o 91...Sabes porquê, não é?
É, oiço a tua voz e conforta-me. Deves estar a pensar que sou maluca... E rio, sorrio a pensar no que tu me dirias... Não fui capaz de apagar algumas das mensagens que me enviaste, outro dia, meu anjo, outro dia.
Rodapé 2: I will see you again, my dear love. I know that. Enjoy your journey :-)