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31 de dezembro de 2012

Fins e recomeços!




Fins e recomeços!
É assim que se pensa o fim de um ano e se aguarda o que está prestes a chegar. Senão para todos, é assim para milhões por esse mundo fora. Formulam-se desejos, projectam-se sonhos e com fé muita fé aguarda-se que o Ano Novo que já espreita, seja mais simpático, menos doloroso que o anterior!
Reconheço... Eu Não Acredito!
É tudo uma treta. Sonhos nascem todos os dias. A cada segundo acalenta-se a esperança.
Mas lá que é bonito, lá isso É! Por uns segundos milhões por esse mundo fora vão estar unidos com pensamentos positivos. Por isso venha ela, a energia positiva. Isso sim pode ter impacto.

Engraçado... dei por mim perdida em pensamentos acerca do ano de 2012.
Verdade que foi de "fins".
Um ano de interiorização, de me pensar a mim mesma.
Com lágrimas e gargalhadas à mistura.
Um ano de recomeços!

O fim de um ciclo do coração. O adeus definitivo a quem tanto amei.
Março foi o término deste ciclo. Adeus. Logo eu que raramente utilizo a palavra Adeus. Porquê Março? Porque foi ao dirigir-me a casa que habitava que entendi. Partiu. A morada é outra....nada me disse, nada... eu lá fui para o ver, saber como estava, entregar-lhe a almofada para as dores... foi um baque.. nada disse ... ???? ... sim, não faço parte da vida dele. Esse e outros factos fizeram soar o click para a libertação. Será que alguma vez fui parte integrante da vida desse homem? Sei agora que não.
As acções ficam na consciência de quem as pratica. A minha Alma Doce disse BASTA! A inteligência dele, não é superior à minha. Nem o brilho que dele emerge. Por isso de coração e com sinceridade desejo que ele fique bem, em paz e recuperado. Acabou!

Foi um ano de novo desafio profissional.
O desemprego, o subsídio de desemprego estava a deixar-me os nervos em franja... literalmente.
Sem expectativas eis que um novo desafio profissional surge. De uma pessoa que foi o meu primeiro director depois de terminar a faculdade. A prova viva de que a vida é feita de círculos.

2012 foi o ano que vi amigos partirem para viverem fora de Portugal.
As saudades apertam, é verdade. Corajosos.

2012 foi o meu ano menos virtual. Soube e sabe bem.
Foi o ano da Troika, do Basta, das Manifestações ...
ou muito me engano ou vai continuar por 2013. Ah pois é!

Ah e no more smoke!!!! Yeap
Como um click em mim aboli da minha vida os cigarros. Pois ao fim de anos e anos a fumar diariamente disse Adeus ao fumo, ao vício, ao odor na boca, na roupa, nos objectos! Como sabe bem encostar a cabeça numa das almofadas do sofá e sentir o odor a "não cigarro". Passei a barreira dos 3 meses! À 3 meses (e alguns dias) que não fumo. Foi bem mais simples do que alguma vez pensei. Sempre senti que seria uma decisão interna e assim foi. Um click. Um click interior.


Rodapé: É assim ao som de um click que se enterram os fins e se recebem os recomeços.


3 de março de 2012

Lágrimas e sorrisos

Na maioria das vezes....
Quando ris estás acompanhado.... Quando choras estás só.
É preciso alguém muito especial para te fazer rir até ás lágrimas! Quando encontrares essa pessoa.... Envolve-a num abraço.


Rodapé : Nothing else to say.
Rodapé 2: You´re house is no longer the same.... yeap I went to your house today.... :(
Rodapé 3: Be happy and I hope you are well. I belive! I have Faith!

9 de janeiro de 2012

Palavras (não ditas)


O silêncio das palavras ....
aquelas...as não ditas
tortura
dilacera
... é desvastador

Rodapé: agora não....  empty.

8 de janeiro de 2012

O olho do coração

Somos eternos aprendizes. Independentemente da raça, classe social, cor ou religião todos nós vivemos num mundo em mudança. Nunca como agora a valorização do ser humano em comunhão com a natureza fez mais sentido. Todo o Homem tem em si uma natureza genuína. Pode nem ter essa consciência, mas ela existe dentro de si. Chama-se o olho do coração. Intuição. O coração não se engana. Como poderia? Afinal ele vê, sente, investiga, pressente.

A correria em que a maioria dos membros das actuais sociedades vivem relega para segundo plano o escutar a intuição. É urgente que se encontrem ferramentas fundamentais para a reversão de um quadro de insensibilidade brutal que pode assolar a humanidade. Assim, a força da gentileza, do ouvir o outro, do olhar nos olhos, da gratidão assumem nova importância, para a nova era que se aproxima.

A implementação de uma nova ética, que é a ética do coração, do compartilhar e do sentir-se intimamente ligado à Natureza, ao Planeta, aos outros seres, faz-se necessária neste momento; isto pode determinar um novo ritmo nas vidas de cada pessoa e de todas as organizações. É em momentos de perda que se pára. Escutar o coração e seguir o caminho escutado, o da intuição.

A calma interior, a tranquilidade, a harmonia com o que se sente interiormente é forte e poderosa, é através dela que a alma sábia se expressa. Cada um de nós ao tornar-se disponível para participar na mudança do mundo é a semente que pode dar muitos frutos. O valor é inestimavél.

A cada experiência vivida ou sentida aprendemos mais acerca de nós. Consciencializamos que o dado adquirido nem sempre o é. E crescemos. O sermos eternos aprendizes é uma dádiva.



Rodapé: Em consciência. Agir com consciência tem um efeito poderoso nas nossas vidas.

29 de dezembro de 2011

2012... I wish

 



Rodapé 1: Sorriam e sejam felizes.
Rodapé 2: Ah e não deixem nada por dizer.
Rodapé 3: E já agora....que o steps rabbit emigre!!!!
Rodapé 4: E vamos lá a acordar para a realidade do mundo, este sistema em que o poder está no dinheiro e nos mercados financeiros não serve os Homens.

28 de dezembro de 2011

O poder...

Reparem bem na beleza desta fotografia. É singela, de uma beleza crua e tão simples. Parece frágil ao olhar. Surge perdida num meio que não é o seu. Uma força de vida no meio da dureza da pedra fria. Mas não. É quente, forte, segura e de cabeça erguida persiste num mundo que não é o seu. Terá medo, dor, mágoa... será que sorri com os olhos e no coração as lágrimas revelam teimosia?  

"O amor gera curas milagrosas"  (Louise Hay)
"Quem em cada pouco põe tudo o que é, merece ser feliz. E muito."  (Tati Bernardi)

Rodapé 1 : Yap no dout, about it.
Rodapé 2: O amor que sinto salva-me todos os dias
Rodapé 3: Será que salva, outro alguém?
Rodapé 4: Escrever acerca do que não me sai da cabeça.... não é o momento. Ainda não.

23 de dezembro de 2011

Colhemos o que semeamos


"Qualquer coisa que acontece no mundo externo é um reflexo de algo que criamos no mundo interno. O pensamento conduz à ação, que conduz à reacção ou efeito correspondente ao pensamento. Desse modo, colhemos o que semeamos"




Muitas pessoas não se aceitam a si mesmas.. Não aceitam o que lhes acontece. Não aceitam como os outros são. Querem controlar tudo. Querem controlar a vida e as outras pessoas. 
E questionam-se:  "Porque acontecem estas coisas comigo? Eu sou tão boa. que grande injustiça". 
Vivem,  a culpabilizar os outros, a vida, a sorte, as circunstâncias. 
Não entendem que o único erro está em si mesmo e na sua mente negativa, nas suas atitudes individuais. Não se aceitam e não entendem  que mais não é do que a própria colheita do momento presente. 

É como um filme!

Gostemos ou não desse filme. É o filme das vidas construídas.
A vida continua a ser como foi intencionada para ser, ou seja como foi sendo gradualmente construída.  

Não se trata de fatalismo. Colhemos o que plantamos nesta vida e em outras vidas anteriormente vividas. 
Qualquer coisa que acontece no mundo externo é um reflexo de algo que criamos no nosso mundo interno. Cada  pensamento conduz à ação, que conduz à reação ou efeito correspondente ao pensamento. Desse modo, colhemos o que semeamos. 

"O ser humano semeia um pensamento e colhe uma acção.
Semeia um acto e colhe um hábito.
Semeia um hábito e colhe um carácter.
Semeia um carácter e colhe um destino" 

Procurar mudar as pessoas ou as circunstâncias ao nosso redor é perca de tempo. Fomos condicionados (por questões culturais, educacionais...) a pensar que as outras pessoas e as circunstâncias externas nos afectam. Mas somos nós!

Nós somos afectados pelas nossas atitudes em relação às coisas, ao mundo, às pessoas. Depende de nós sermos afectados de forma negativa ou positiva. 
Acções correctas produzem bons resultados. Actos impensados e errados conduzem a más consequências. É difícil de entender?

Talvez, é uma aprendizagem com consciência e muita humildade.
Trabalhar para se conhecer a si mesmo. Aceitar-se. E mudar.
Nada nesta vida nos acontece por acaso. Embora essa consciência possa não existir, a verdade é que o semeamos anteriormente.
Da mesma maneira, que se plantarmos uma alface, colheremos uma alface e não outra coisa qualquer, colheremos o que plantamos no passado, como os  nossos pensamentos, sentimentos, palavras e acções. Essa é uma lei inexorável. 
Não devemos esquecer que não podemos mudar os outros ao nosso redor.

Só nos podemos mudar a nós mesmos. Agir correctamente. Agir com todos os outros, como queremos que se comportem connosco.
Perdoar em vez de guardar mágoas. Libertar os pensamentos negativos da nossa mente. Estar disponível para os outros sem esperar recompensa. Ser útil. 
Quando compreendermos verdadeiramente que as futuras condições de nossas vidas são determinadas pelos nossos pensamentos, palavras e acções de hoje, viveremos cada momento das nossas vidas com mais responsabilidade. Mas principalmente com mais verdade.

Namasté

Rodapé 1: Ah pois é!
Rodapé 2: É tão simples, basta agir com consciência.
Rodapé 3: Por isso sejam felizes!
Rodapé 4: Esqueci-me do título do blog.. obrigada pelo aviso :-) (já está !)

18 de dezembro de 2011

O Previlégio de Amar

Ontem de madrugada o sono não queria vir ter comigo. Estava longe. Eu perdida, corrigo, encontrada no mar dos meus pensamentos, sonhei-te. De olhos abertos, como tantas vezes acontece.
A consciência do amor que sinto por ti é real, cada vez mais real. Anos se passaram sem que o verbaliza-se a mim mesma. Como o poderia diz a mais alguém?  Principalmente a Ti? No silêncio do noite percebi a urgência de te dizer. Dizer-te de viva voz que te gosto, que te quero, que te amo. É! Existem amores assim, ternos, doces, fortes, intensos que perduram no tempo e no espaço. A não presença não faz o sentimento diminuir nem terminar. O amor que sinto por ti, é mais forte. Sabes, amar-te é um prazer sentido com intensidade e consciência. Sim, eu tenho consciência que te amo.

E?
Disse! A olhar para ti.
O coração descompassado. Acelarado. Disse.
Senti-me leve. Feliz.

Amo-te e a urgência de o dizer tornou-se impossivel de suportar.
Prefiro amar-te assim, mesmo que não me ames, do que não sentir amor.
Amar é um dom. Amar intensamente é forte. Eu acredito que o amor é matriz. A força motora do universo. Eu conheço-te desde sempre. Sei que fazemos parte da vida um do outro desde outras vidas. Reconheci-te nesta vida e essa consciência aquece-me o coração. Torna-o mais bonito. Nada suplanta o amor, nada.

O que não tinha entendido ainda, foi o momento. O porquê de agora?
Senti um click interior e... Entendi, a reflexão permite alcançar o entendimento. Disponibilidade. Para amar. Para te amar. Quero estar contigo, só contigo.
Já amei muito. Nunca assim. Existem amores que são únicos. Formas de amar perfeitas no sentir. Assim é! Este amor é único. Sublime. 
Todas as pessoas deviam amar assim, uma vez na vida.


O medo de errar. O medo de verbalizar o que se sente é o maior inimigo de cada um de nós. Tolda a mente. Amarra o coração. Mas pricipalmente aprisiona a alma. Ah e a alma quer-se livre para ser inteira.
Amar é um previlégio.
Amar-te a Ti é sublime.

Rodapé 1: Foi tão bom olhar para ti. Ouvir a tua voz. Espero-te. Vamos jantar, tomar um café.
Rodapé 2: Vem... vamos envolver-nos num abraço. Deixa-me acarinhar-te, amar-te, mimar-te. É o mimo faz tão bem.
Rodapé 3: Se não resultar.. não resultou. Sem tentar jamais o saberei. Quero lutar pelo amor que sinto.
Rodapé 4: http://simpleworldbycjgreen.blogspot.com/2011/06/o-amor.html
Rodapé 5: http://simpleworldbycjgreen.blogspot.com/2011/04/amor-e-consciencia-ii.html
Rodapé 6: http://simpleworldbycjgreen.blogspot.com/2011/02/amor-e-consciencia.html


14 de novembro de 2011

Responsabilidade

"O mundo é um palco onde todos somos actores. 
Cada actor desempenha um papel único, e é responsável pelas suas próprias acções. Responsabilidade, significa fazer o que é certo, não importa quão grande ou pequena, a tarefa possa ser. 
Para tornar o mundo um lugar melhor, cada um de nós tem um papel a desempenhar."



Assumir a responsabilidade individual é direito e dever de cada cidadão do mundo. Viver a responsabilidade com verdade em consciência, é o papel maior a que todos somos chamados. Diariamente.

Rodapé: Somos responsáveis por nós próprios. Pelas nossas acções, comportamentos e pensamentos. A responsabilidade não se esgota nas acções  individuais. Até porque os nossos comportamentos têm impacto, logo influem, num meio social. Somos responsáveis por outros, os que dependem de nós. Seja porque esses outros dependem de nós em termos financeiros, afectivos, sociais... somos responsáveis por quem amamos e nos ama. Somos responsáveis por quem cativamos na estrada da vida. Essa responsabilidade não se esgota quando os olhos deixam de ver e os braços de abraçar. O sentir persiste. Somos seres com a responsabilidade de individual e globalmente transformar o mundo naquilo que queremos que ele seja. Um mundo melhor para estar, sentir e amar.

3 de outubro de 2011

Despir-me

Sinto vontade de me despir de mim.
O cansaço não desaparece. Parece que estou a voar em direcção a sítio nenhum. O imperativo da mudança. A sensação de mudança, a necessidade de mudança está cada vez mais presente em mim. Fechar-me no meu casulo. Ouvir-me, sentir-me, seguir a intuição.
Desnacer ou Renascer?



Rodapé 1: Existem momentos (ou fases?) em que só apetece recomeçar....
Rodapé 2: Preciso Desnascer! Para Renascer!

22 de agosto de 2011

Life is....



A Vida só faz sentido quando percebemos que somos todos diferentes e que é nessa diferença que temos que nos unir e entender!

Rodapé: Se buscarmos afinidades... como se inicía a mudança?

17 de abril de 2011

Amor e Consciência II


"Estamos começados, mas não acabados"


Esta frase tão simples, era frequentemente usada pela minha avó.
Cada vez me faz mais sentido.

Estou a descobrir-me.
A cada dia que passa
Uma descoberta sem fim. Um auto conhecimento que não termina

Dependências....
Sempre me fez alguma confusão, as dependências afectivas.
Poderemos amar sem nos sentirmos dependentes de quem amamos?
Acreditei que sim.
Defendi que só fazia sentido amar se não sentíssemos dependência
Agora?
Bem, hoje acredito que se pode ser feliz sem estarmos ao lado de quem amamos.
Sei.
Sei porque sinto que sem ti consigo ser feliz.
Mas sei que é uma felicidade coxa
Parece que me falta algo
Como se estivesse coxa
porque me falta algo! TU!

No início era tudo tão fácil. Tão simples.
As conversas fluíam... Assim como um rio.
Sem esforço.

Sei quem tu és. Quis conhecer-te. Descobrir quem és e como és
Tu?
Não sabes quem sou. No íntimo, não sabes. Nunca quiseste saber. Não quiseste descobrir.
Tu és fácil de conhecer. Mostras quem és com tanta facilidade
Eu não. Demoro a mostrar-me. Sou como um livro fechado. É preciso saber ler-me. É necessário percorrer as páginas, as frases, as palavras, as letras

Sinto-te.
Sei que é estranho
Mas sei quando não estás bem. Consigo sentir-te à distancia
Nem imaginas... Mas preferia não te sentir desta forma
Era tão mais fácil. Tão mais simples

Sinto falta do teu amor 
(que talvez só tenha existido na minha cabeça, no meu coração, na minha alma)
Sinto falta do que não vivemos
Sinto falta de te amar
De te abraçar. De te encher de mimos
Sinto falta de tanto

Sinto falta de conversar contigo
De ouvir a tua voz
De sentir a tua voz
De olhar nos teus olhos, de te ver a olhar os meus
De me aninhar em ti, de te sentir encaixado em mim


Rodapé 1: Estás em mim. E pergunto-me: Estarás para todo o sempre?
Rodapé 2: Estes dias em que me retiro para pensar... Será que me fazem bem? Sabem o que me apetecia? Ser inconsciente (nem que fosse só por um bocadinho)

12 de abril de 2011

No book of life

Não existem receitas para a vida.
É!
Nascemos sem livro de instruções.

Quando nascemos não sabemos o que vamos ser. Como vamos ser. Nem sabemos se vamos ser. Lá estou a remeter para as diferenças entre ser, querer ser, parecer ser.

Adoro este desconhecimento.

Nada se assemelha ao valor dos caminhos percorridos. O sabor de descobrir. Ah esse sabor tantas vezes doce. Outras amargo. Tão amargo que dói. Mas, não são as dores tão importantes como as doçuras? Talvez mais ainda. É os chamados amargos de boca têm em nós muito mais impacto que os rebuçados da vida.

Rodapé: importa ser!

6 de abril de 2011

Apetece-me mandar tudo ás urtigas

Ser positiva. Acredito que se formos positivos, geramos energia positiva, não só para nós para para todos os que nos rodeiam. Acredito que se fizermos o bem, se espalharmos o bem, também o iremos receber. Para mim semear o bem com o coração importa. Agir desta forma é bom. Parece simplista, não é? Yeap, eu sei. Mas acredito realmente que colhemos o que semeamos. Logo se pratico o bem, se me preocupo com os que me rodeiam, se tenho sempre uma palavra amiga. Com um sorriso. Porquê?


Eis a questão!
Hoje não está fácil. Não está fácil de gerir. Principalmente não está fácil de entender.
Sinto-me a entrar num túnel sem saída. Não vislumbro a luz.
Mais uma vez a ser posta à prova.
Será?
Ou será que pratiquei demasiadas vezes actos inconscientes e a vida me está a devolver esses actos?
Não sei. mesmo.
Sei que estou cansada. É.
Hoje sinto-me cansada.
Acordei com um cansaço e tanto.
Num daqueles momentos em que apetece mandar tudo às urtigas. Literalmente.
Mas não desisto. Apetecer, apetecia. Não!
Recuso-me a desistir.
E agora ocorreu-me: Será que estou a ser teimosa? ou Persistente?
Bahhhh. Não me importa a resposta.
Não desisto! Mesmo.
Por mim. Principalmente quem AMO.

Quando existe determinação, os obstáculos tornam-se apenas veículos para que eu alcance o meu objectivo mais rapidamente.
Sim.
Não é teimosia. Não é persistência. É determinação!

A vida melhora e muito, quando eu digo não e não permito que as coisas aconteçam e passo a fazer as coisas acontecerem. Ou seja, Eu sou responsável pelo que me acontece.
(Claro que não estou a falar de catástrofes naturais nem do que que foge à minha possibilidade de controlo). Refiro-me aos acontecimentos da minha vida. Na minha vida. refiro-me aos caminhos.


Até porque amanhã é outro dia.
Acredito que amanhã o túnel já me permite vislumbrar a luz.
Amanhã é outro dia.
E com ele a esperança.
Porque Eu acredito!

Rodapé: Desabafos...

4 de abril de 2011

Permissas... (minhas)



Manter um estado de calma interna, protege-me de ser um escravo das minhas emoções. Ajuda-me também a manter a mente serena, quando os outros ficam perturbados ou irritados. A serenidade não é distanciamento nem  indiferença, tem a ver com a consciência profunda de ser um gerador de paz para servir os outros da melhor maneira possível. Permite-me a mim o estar consciente, alerta para o que me rodeia.

Olhar em frente. Sempre (que possível). Este exercício é importante. Requer um trabalho diário. Não olhar para trás com vergonha. Não olhar do alto com arrogância, nem olhar à minha volta para culpabilizar. Olhar em frente, apenas com dignidade.

Manter atitude positiva. A minha atitude cria uma atmosfera à minha volta. A minha atitude é o resultado da maneiro como penso e sinto. Eu (tu) comunico com a minha atitude. Criar uma atitude positiva possibilita um mundo de maravilhas. Encarar o dia com um sorriso gera energia positiva.

Vamos sorrir. Perspectivar o dia como sendo de sucessos.
Sorrir é infeccioso. Por favor, vamos "contagiar" os outros com sorrisos.

Consciência. Actuar em consciência. Agir com consciência. Afinal é a nossa consciência que nos acompanha sempre. Em todos os momentos da existência. Vamos actuar com todos os que nos rodeiam, conhecidos, desconhecidos, amigos, familiares... como gostaríamos que agissem connosco. sempre


Rodapé: O negativismo gera mais momentos negativos. Se formos positivos estamos predispostos a encontrar momentos bons. Energia... Positiva.

31 de março de 2011

Urgências



As dificuldades são verdadeiros professores, que nos ensinam a aumentar a confiança nas nossas capacidades.

Importa não desistir.
Importa acreditar.

É urgente não parar!
..... Se o que se pretende, é a mudança, claro.


Rodapé: Foto da net

11 de março de 2011

Acreditar


Com entusiasmo, é possível tornar o impossível, possível.

Quando acreditamos que algo poderá ser bom para nós e para aqueles que nos rodeiam, empenhamo-nos, com a certeza que o sucesso já está garantido.

Eu acredito!
Acredito que os Homens nascem bons.
Acredito que o futuro é já ali
Acredito que a paz é possível.
Acredito no Amor

Basta querer!
O segredo?
Acreditar em nós próprios!
Acreditar nos outros!

No dia em que deixar-mos de Acreditar, aí sim... chegamos ao fim.


Rodapé: Antes que me chamem de utópica, de sonhadora... deixe-me dizer. Sou sonhadora sim! acredito que os sonhos podem ser realizados. É essa a minha motivação. Acreditar.

28 de fevereiro de 2011

Responsabilidade e Sentimentos


É  da responsabilidade de cada um de nós, aquilo que decide cultivar dentro de si. 
Os pensamentos e os sentimentos de paz fazem crescer um jardim de flores interno

As frases acima são bonitas não é?
Não me parece que alguém sinta que são feias ou vazias de sentido. São palavras. Só isso. Meras palavras. Talvez isoladas se tornem vazias de sentido. E não queiram dizer nada. Afinal trata-se de meros caracteres que nos habituamos a saber ler e a verbalizar.


Mas, se fazem sentido. Se as reconhecemos como puras e repletas de sentido, porque não aplicar as palavras à realidade quotidiana? É isso mesmo. As palavras per si nada valem. Podem inundar-nos o ser e fazer em nós transbordar alegria e sorrisos. No entanto e se não actuarmos no dia a dia com sentimentos de paz, de harmonia, de bem querer, então de nada serve ler as palavras. A importância das palavras reside na sua aplicação. Traduzem o que pensamos, aquilo em que acreditamos, manifestadas em comportamentos. Meus. Teus. De todos. O poder mais importante de uma palavra é o poder da inspiração. Sejamos então inspirados pela beleza das palavras e aí sim, actuemos.
Por um mundo melhor. 

Rodapé 1: A importância das palavras reside em não mentir. Preferível atirar fora a palavra do vocabulário, do que empregar a dita sem sentir, sem agir.
Rodapé 2: Eu aprendi faz tempo que não devo nem posso negar em mim, o sentimento das palavras. Doeu (ainda dói às vezes), mas de outra forma não sou consciente. Principalmente não sou honesta e muito menos verdadeira comigo. E, ser verdadeira comigo é a minha obrigação maior enquanto mulher, enquanto ser humano.
Rodapé 3: Fotos da net

27 de fevereiro de 2011

Amor e consciência

Gosto de amar.
Gosto de te amar.
É a verdade que sinto em mim.
Passam dias, semanas, meses, anos e continuo-o a pensar em ti com tanto, mas tanto amor.
E sorrio
Sorrio de dentro de mim

Não te vejo.
Não te toco.
Não te sinto.
Mas sei-te.

Pudera eu inundar-te de carinho e amor
Pudera eu ser EU ao teu lado
Pudera eu ser quem sei que sou e tu desconheces

O tempo não quis
Não tinha que ser nesta minha vida, nesta tua vida
Mágoas mútuas
Encontros
Desencontros
Sei que te magoei e te fiz sofrer. Sei
Nunca saberás o quanto me magoei a mim mesma

Ainda hoje me dói e me pergunto o porquê

Aprendi a amar-te assim.
À distância
Sem te ter presente fisicamente.
Sem te olhar. Sem te abraçar.
Sem te ver rir e sorrir.
É incrível como te consigo envolver num abraço forte
Nunca o saberás

Todos os dias te penso
Todos os dias velo por ti
Todos os dias


Procurei deixar de te amar. Até acreditei que estavas guardado naquele cantinho que reservo a pessoas especiais, daquelas que se amam, que fazem parte da caminhada, mas que não estão destinadas a acompanharem a vida, lado a lado. Acreditei ter encontrado em outra pessoa "aquela pessoa", "aquele tal homem". Nada mais foi do que neblina no olhar e no sentir. No momento da decisão. Não pude continuar. Afinal não se está com alguém a pensar em uma outra. Não é justo. Não é correcto. Acima de tudo não é verdadeiro. Não é consciente.

Rodapé 1: Eu amo-te em consciência. Sabes o que quero para ti? Felicidade pura e verdadeira.
Rodapé 2: Sabem, às vezes existe uma pessoa, aquela pessoa!...Não saí da cabeça, da alma, do coração, do corpo. É bom.Pergunto, será que só existiu para mim? Adiante... Sublime seria ser partilhado. Quando não é? Seguimos em frente de cabeça erguida e coração partido. Com uma certeza Amar é mesmo único. E com esperança. Voltar a AMAR.
Rodapé 3:  Amar é sublime.

31 de janeiro de 2011

Humildade

Assim como uma árvore, que está cheia de fruto, se curva para oferecer os seus frutos, aquele que é humilde manterá o seu auto-respeito e oferecerá respeito aos outros.



Estes dias não têm sido fáceis. Sinto-me constantemente a ser posta à prova pela vida. Ou será pelo universo? Aceitar o que me é dado. Lutar pelo que quero. Sempre com um sorriso nos lábios. Sempre com a consciência tranquila. Afinal é com a minha consciência que me deito e me levanto.
Importa não fechar a porta ao que aí vem. Afinal trata-se do futuro.

Rodapé 1: Serei humilde o suficiente?
Rodapé 2: Eis que o próximo mês se avizinha como sendo de reinícios. Sorte minha que é mais pequenino que os restantes meses do ano. 28 dias. Este ano a terminar o primeiro mês têm-se revelado cíclico.