8 de dezembro de 2010
Reportagem Projecto Maitreya - Altar do Coração
No próximo dia 13 de Dezembro, segunda feira, o programa "Fé dos Homens" na RTP2, transmite uma reportagem acerca de Maitreya, as Relíquias de Buda e Altar do Coração. Estou com tanta vontade de ver. É daquelas coisas que sei que me vão aquecer o coração e a alma.
Caso não tenham visitado a exposição, não deixem de ver. E se visitaram vejam na mesma!
Eu cá por mim, vou gravar. :-)
Rodapé: Om Mani Padme Hum
7 de dezembro de 2010
Viver a Vida
Foto: Monsanto Junho 2010
Pode parecer sonhadora, esta frase. Mas não é (ou talvez seja... who cares?)
É preciso sonhar, é preciso magia e até fantasia para crescer.
Os momentos em que paramos. Ouvimos a voz do coração e aí sim, sabemos que estamos no caminho certo. Sem promessas. Porque a vida não faz promessas. Nem nós as devemos fazer a outros. A vida não tem manual de instruções, nem oferece garantias. Está nas nossos mãos. Nós temos o poder de escolher. De fazer escolhas. E depois é necessário parar e perceber se a escolha foi a certa. E se não for? Bem se não for, já aprendemos. Aprendemos muito mais com os erros do que com os passos certos.
E o que fazer naqueles momentos de tristeza porque algo bom terminou?
Não chorar porque acabou, antes sorrir porque aconteceu.
Vamos imaginar que a vida é um gráfico. Já está?
Os pontos altos são as vivências, os sonhos, as ilusões, as lições, a aprendizagem, o que recebemos, o que demos. Todas as paixões, todos os amores, a confiança em nós mesmos e nos outros, a esperança... o saldo é positivo. E os pontos baixos? Alguns... boa!
Importa não contabilizar a vida pelas percas, mas sim pelo que se viveu e continua a viver.
A felicidade plena e absoluta é uma ilusão. A felicidade são momentos. Ser feliz é um estado de espírito.ser feliz é uma forma de estar (e sentir). Que se constrói dentro de nós. Impossível ir buscar a felicidade a outras pessoas. Claro que nos sentimos melhor, mais equilibrados, mais felizes se as pessoas que trazemos no coração estiverem bem. Mas não são factores externos que nos tornam felizes. A felicidade tão comummente associada ao amor, à paixão....por outrém. Pois é. E o amor por si mesmo? Epá não me parece que sejamos felizes numa relação se não nos amarmos MESMO a nós próprios. O que não invalida uma forte relação de Amor seja a que nível for. O que pretendo dizer é que as relações de amor sejam com um companheiro, com filhos, amigos, pais... vão ser mais fortes, mais intensas se o que nos unir a nós mesmos for amor verdadeiro.
Acabei de me lembrar de uma frase de Carl Gustav Jung "Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta". Não é fácil (não é mesmo). Não é indolor, mas sabem o que vos digo: Vale a pena!
Por isso vou repetir uma frase que escrevi mais acima; Não chores porque acabou, sorri porque aconteceu.
Rodapé 1: Os sorrisos de momentos vividos ficam para sempre em nós.
Rodapé 2: Ouvir o coração (mesmo) ele tem sempre razão (vá-se lá saber porquê)
Rodapé 3: Foto da minha autoria, num pic-nic no Monsanto em Junho 2010
6 de dezembro de 2010
A vida é linda II
A viagem não foi fácil. Tanta chuva. (Irra). Atravessar a ponte 25 de Abril com chuva forte e vento, convenhamos que não é o plano ideal para um Domingo. Sorte que a condutora é um must.
Abraçar um amigo. Aquele amigo. Com quem adoro estar. Olhar para os olhos dele e receber amor. Mão na mão. Saber que a partir de agora a vida só pode ser melhor. Ter a consciência que ele está consciente da realidade. Sei que tem medo. Sinto. Afinal a queda foi dura, cruel. A mágoa está ainda muito presente e não desaparece como num passo de magia. A vida não é filme em que podemos efectuar a montagem a nosso belo prazer. A vida tantas vezes prega partidas, para as quais não se tinha guião. nem se sabia de cor as palavras para a escrever. Meu anjo, o que importa não são as vezes que se caí, mas a forma como se levanta. Hoje vou dormir com um sorriso bom no coração.
Rodapé 1: Estou aqui para ti. Hoje e Sempre. Eu acredito!
Rodapé 2: Adoro estes momentos de nós os 3. :-))))
Rodapé 3: Ops já é 2ªfeira, de madrugada certo, é outro dia. Vou nanar e sonhar :-)
Rodapé 4: Photo da net
3 de dezembro de 2010
José e Pilar
As palavras que me ocorrem são poucas e pequenas.
O filme (documentário) de Miguel Gonçalves Mendes é soberbo. É quente. É sublime e completo.
Senti-me cheia e saí da sala com a certeza que o Amor existe.
Senti-me cheia e saí da sala com a certeza que o Amor existe.
Por tudo.
Pela narrativa (e que narrativa). A música (linda). A fotografia (belíssima).
Os "actores" Jóse e Pílar perfeitos.
Pela narrativa (e que narrativa). A música (linda). A fotografia (belíssima).
Os "actores" Jóse e Pílar perfeitos.
Amei.
José e Pilar de Miguel Gonçalves Mendes
(Por momentos senti-me uma voyeur... da vida e da felicidade dos outros.)
Rodapé 1: Este post enquadrava-se melhor no http://sentirescomcor.blogspot.com/ mas só depois, de o ter digerido na totalidade. Precisa de tempo.
Rodapé 2: Vão ver people, merece ser visto e revisto.
Rodapé 3: Sabem o que me apeteceu a acompanhar a visualização? Um cigarro (-: e um bailey´s on ice :-).
29 de novembro de 2010
Pleaaaseeee
Gosto de frio. aqueles dias em que apetece a lareira e o sol brilha e ilumina.
Gosto de casacos quentes, camisolas de lã, cachecóis, gorros, luvas....
Sim adoro essa parafrenália (ops, esta palavra existe? Tou cansadita nem vou verificar.
Bem, o que quero expressar aqui é o meu espanto por ainda não ter sido inventada, uma protecção quentinha, fofinha (e já agora sexy e fashion) para nos proteger o narizinho do frio.
Hoje ocorreu-me que caso este frio aumente ainda perco um bocadinho do nariz!
Ok é uma forma de não me submeter a uma rinoplastia.
Vá lá é uma extremidade da máxima importância.
Senão vejamos; está sempre à mostra, não dá mesmo para ocultar. Daí a pergunta:
"está por aí alguma alma caridosa capaz de gastar uns neurónios em semelhante invenção?"
Rodapé 1: Pleeeaaaseeeeeeeeeeee
Rodapé 2: E nada de nariz vermelho (só sou palhaça quando me convém)
Rodapé 3: Sexy e fashion (condição fundamental)
Rodapé 4: adorei a foto (lá de cima) lamentavelmente desconheço o genial autor(a)
Receita da felicidade?
How to be a happy human being
Rodapé 1: Esta maravilha foi-me enviada por um amigo; embrulhada num abraço. :-)
Rodapé 2: Assim como o ar é essencial para a Vida, Amar é essencial para todos que desejam a felicidade.
Rodapé 3: Don´t worry, Be Happy (esta frase é para todos, eu inclusive) como diz um amigo "preocupaste demais e sentes em demasiada"
Rodapé 4: Será que existem receitas to be Happy?
27 de novembro de 2010
Limite da memória
No meio de uma conversa, alguém diz:
“Somos capazes de amar até ao limite da memória”
Na altura ouvi, registei e guardei.
Como se soubesse que mais tarde ou mais cedo, iria ser utilizada como fio condutor de um dos meus devaneios.
Será que o amor existe até ao limite da memória?
Que significa esta frase?
Amor. Amar. Ser amado.
Todos nós já sentimos amor. Já nos sentimos amados
Já fomos amados sem o saber
Já amamos sem o dar a conhecer
Já fomos amados sem amar
Já amamos sem sermos amados
Importa?
Importa sentir amor.
Caso contrário estamos ocos, vazios.
O sentimento de amor é Uno.
A forma como se manifesta, essa, pode ser diferente.
O amor que une um filho ao seu pai difere na forma (e manifestação) do amor que une um homem e uma mulher, pelo menos na manifestação carnal. Manifesta-se pelo desejo de unir os corpos. Momentos insanos, perda de consciência espaço-temporal. Busca da fusão. Explosão. Alucinação. Ternura. Cumplicidade. Loucura. Prazer. ....
O amor mais puro é aquele que existe per si.
Nada exige
Não tem tempo
Não tem espaço
Nem cheiro ou cor
Existe simplesmente
Sente-se independente de tudo o que o rodeia
Sem regras
Perpetua-se no tempo
Não exige presença.
Sente-se
Ou simplesmente o amor sentido altera-se na forma e manifestação?
A vida tem sempre razão?
E os caminhos?
Onde está a verdade?
Será que existe?
Sorrisos.
Flores.
Abraços.
São estas as três mais belas prendas que se podem oferecer a alguém.
Mãos
Olhares
As mais belas formas do corpo
Calor
Alegria
Fazem os corações transbordar de sentires
Nada existe e tudo existe
Estranho?
Talvez. Mas não me deixo esquecer a única certeza que tenho.
Tudo é impermanente. Tudo.
Nada existe para todo o sempre. Não da mesma forma.
As pessoas que amamos, aquelas que passam nas nossas vidas por quem sentimos amor, não se desvanecem. Da mesma forma o amor sentido não se dissolve. Permanece consciente enquanto a memória o for. Inconsciente quando a memória já não mais existir.
Rodapé 1: Amo.
Rodapé 2: Cada vez mais, a certeza de que o Amor é incondicional.
Rodapé 3: Sonhei. Para não variar não recordo o sonho na totalidade. É um outro universo. Paralelo? Complementar?... De novo a presença de uma mulher a quem não visualizo o rosto, nem os contornos do corpo, são só traços que vislumbro ... não sei. Talvez um dia faça sentido, ou não.
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