31 de dezembro de 2012

Fins e recomeços!




Fins e recomeços!
É assim que se pensa o fim de um ano e se aguarda o que está prestes a chegar. Senão para todos, é assim para milhões por esse mundo fora. Formulam-se desejos, projectam-se sonhos e com fé muita fé aguarda-se que o Ano Novo que já espreita, seja mais simpático, menos doloroso que o anterior!
Reconheço... Eu Não Acredito!
É tudo uma treta. Sonhos nascem todos os dias. A cada segundo acalenta-se a esperança.
Mas lá que é bonito, lá isso É! Por uns segundos milhões por esse mundo fora vão estar unidos com pensamentos positivos. Por isso venha ela, a energia positiva. Isso sim pode ter impacto.

Engraçado... dei por mim perdida em pensamentos acerca do ano de 2012.
Verdade que foi de "fins".
Um ano de interiorização, de me pensar a mim mesma.
Com lágrimas e gargalhadas à mistura.
Um ano de recomeços!

O fim de um ciclo do coração. O adeus definitivo a quem tanto amei.
Março foi o término deste ciclo. Adeus. Logo eu que raramente utilizo a palavra Adeus. Porquê Março? Porque foi ao dirigir-me a casa que habitava que entendi. Partiu. A morada é outra....nada me disse, nada... eu lá fui para o ver, saber como estava, entregar-lhe a almofada para as dores... foi um baque.. nada disse ... ???? ... sim, não faço parte da vida dele. Esse e outros factos fizeram soar o click para a libertação. Será que alguma vez fui parte integrante da vida desse homem? Sei agora que não.
As acções ficam na consciência de quem as pratica. A minha Alma Doce disse BASTA! A inteligência dele, não é superior à minha. Nem o brilho que dele emerge. Por isso de coração e com sinceridade desejo que ele fique bem, em paz e recuperado. Acabou!

Foi um ano de novo desafio profissional.
O desemprego, o subsídio de desemprego estava a deixar-me os nervos em franja... literalmente.
Sem expectativas eis que um novo desafio profissional surge. De uma pessoa que foi o meu primeiro director depois de terminar a faculdade. A prova viva de que a vida é feita de círculos.

2012 foi o ano que vi amigos partirem para viverem fora de Portugal.
As saudades apertam, é verdade. Corajosos.

2012 foi o meu ano menos virtual. Soube e sabe bem.
Foi o ano da Troika, do Basta, das Manifestações ...
ou muito me engano ou vai continuar por 2013. Ah pois é!

Ah e no more smoke!!!! Yeap
Como um click em mim aboli da minha vida os cigarros. Pois ao fim de anos e anos a fumar diariamente disse Adeus ao fumo, ao vício, ao odor na boca, na roupa, nos objectos! Como sabe bem encostar a cabeça numa das almofadas do sofá e sentir o odor a "não cigarro". Passei a barreira dos 3 meses! À 3 meses (e alguns dias) que não fumo. Foi bem mais simples do que alguma vez pensei. Sempre senti que seria uma decisão interna e assim foi. Um click. Um click interior.


Rodapé: É assim ao som de um click que se enterram os fins e se recebem os recomeços.


4 de junho de 2012

Sonhos

Two types of dreams



Rodapé: Keep on dream

3 de março de 2012

Lágrimas e sorrisos

Na maioria das vezes....
Quando ris estás acompanhado.... Quando choras estás só.
É preciso alguém muito especial para te fazer rir até ás lágrimas! Quando encontrares essa pessoa.... Envolve-a num abraço.


Rodapé : Nothing else to say.
Rodapé 2: You´re house is no longer the same.... yeap I went to your house today.... :(
Rodapé 3: Be happy and I hope you are well. I belive! I have Faith!

15 de janeiro de 2012

O Deus da Carnificina

Adaptado da peça teatral “Le Dieu du Carnage”, da autoria de Yasmina Reza, “Carnage” é uma obra obra deveras invulgar e muito bem concretizada.A sua génese teatral não é desrespeitada em momento algum, muito pelo contrário. Polanski terá intencionado manter-se o mais fiel possível ao material de origem, apresentando-nos uma película que tem tanto de cinema como de teatro. De facto, Polanski une aquilo que estas duas artes têm de melhor para criar uma obra tão singular quanto admirável. Apegando-se à tradição teatral, a narrativa decorre praticamente num único espaço físico (o apartamento modesto de um casal de classe média, quiçá uma tentativa de universalizar os acontecimentos aqui retratados, piscando o olho à ideia de que estes poderão não ser tão absurdos e inusitados quanto possam parecer), suficientemente amplo e rico em detalhes para permitir que as personagens desabrochem de forma natural ante o olhar atento do espectador. Adorei a forma como a câmara de Polanski capta os trejeitos das personagens e o desenrolar das operações de tal forma que saímos da sala com a sensação de que fizemos mesmo parte daquela imensa discussão. Um filme fabuloso realizado com a mestria de Roman Polanski e quatro atores fabulosos Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz, John C.Reilly.


Quando os filhos de dois casais desconhecidos chegam a vias de facto no jardim da escola que frequentam, Nancy Cowan (Kate Winslet) e Alan Cowan (Christoph Waltz) juntam-se a Penelope Longstreet (Jodie Foster) e Michael Longstreet (John C. Reilly) para uma discussão amigável entre progenitores. Agredido com um pau pelo filho dos Cowan, o rebento dos Longstreet sofre deformidades que se julgam temporárias mas que atingem um certo grau de gravidade, pelo que ambos os casais decidem que têm de ter uma conversa. Apesar de furiosos, Penelope e Michael desejam resolver as coisas a bem, estando mesmo dispostos a não causar muito furor desde que os pais do jovem agressor se mostrem sentidos e prontos a pagar as contas médicas. Nancy e Alan mostram também o seu civismo, prontificando-se a pagar tudo o que for necessário e a repreender o seu próprio filho para que tal coisa não volte a suceder. A contenda parece então prestes a resolver-se da forma mais pacífica e cordial possível. Contudo, a tensão da triste ocasião torna-se demasiado asfixiante para simplesmente se resolver tudo com um sorriso. Passadas as cordialidades da praxe, ambos os casais começam a compreender que não estão propriamente dispostos a abdicar do seu orgulho paternal. E com a fugacidade de um mero estalar de dedos, a conversa amigável transforma-se rapidamente numa discussão infernal, colocando a olho nu os verdadeiros sentimentos de quatro personagens verdadeiramente angustiadas e inadaptadas.


É uma delícia assistir à forma como Polanski despoja estas personagens de todo o seu civismo hipócrita, despindo-as de moralismos falsos e colocando-as ao dispor da mais brutal das sinceridades. Mais do que um ensaio sobre o orgulho paternal ou a gritante incongruência das leis sociais, “Carnage” é um ensaio sobre a própria natureza humana. E este ensaio é realizado de uma forma admiravelmente honesta e arrojada, estando-se nas tintas para aquilo que é considerado convencional ou apropriado. Polanski mostra o ser humano exactamente como ele é neste tipo de situações: mesquinho, orgulhoso, falso, trapaceiro. E é um alívio enorme para o espectador ver que ainda há quem tenha a coragem de retratar as coisas como elas são realmente. Os quatro (grandes) actores do elenco levam as suas personagens ao extremo, despindo-as de todo e qualquer tipo de falsidade para brindar o espectador com altas doses de veracidade humana. Não há nenhum que se destaque claramente dos outros, pois todos têm tempo de antena mais do que suficiente para brilhar bem alto. Mas importa referir que é um prazer enorme assistir ao regresso de Christoph Waltz aos papéis com substância, depois de algumas apostas de carreira algo duvidosas. As dinâmicas entre as quatro personagens são de levar qualquer psicólogo ao êxtase emocional, tal é a riqueza do conteúdo aqui apresentado. Um conteúdo que nos leva a rir às gargalhadas em determinados momentos, mas que nunca deixa de ser tremendamente realista. “Carnage” afirma-se assim como um produto cinematográfico de visionamento bastante recomendável, pecando apenas por um final demasiado abrupto e uma duração um pouco curta.

Rodapé 1: A.D.O.R.E.I
Rodapé 2: Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz, John C. Reilly, os actores são fabulosos.

11 de janeiro de 2012

Sometimes...



"..Sometimes I need some time... on my own
Sometimes I need some time... all alone
Everybody needs some time... on their own
Don't you know you need some time... all alone.."

(Guns 'N Roses)


Rodapé: Yeap

9 de janeiro de 2012

Yes... I want (2)


Candeeiro de tecto feito com cartolina e tampas plásticas brancas


Rodapé: So easy and fashion

Palavras (não ditas)


O silêncio das palavras ....
aquelas...as não ditas
tortura
dilacera
... é desvastador

Rodapé: agora não....  empty.

8 de janeiro de 2012

Yes... I want

Sim quero!!!

Não perguntem porquê...

Quero e pronto!


 Sala decorada com móveis e objetos feitos em cartão canelado

O sofá para relaxar..... aí aí 

A cama de cartão... que linda !

Ah este castiçal ... jantar à luz das velas



Rodapé: Fácil, simples a partir de materiais reclicados. Amei!

O olho do coração

Somos eternos aprendizes. Independentemente da raça, classe social, cor ou religião todos nós vivemos num mundo em mudança. Nunca como agora a valorização do ser humano em comunhão com a natureza fez mais sentido. Todo o Homem tem em si uma natureza genuína. Pode nem ter essa consciência, mas ela existe dentro de si. Chama-se o olho do coração. Intuição. O coração não se engana. Como poderia? Afinal ele vê, sente, investiga, pressente.

A correria em que a maioria dos membros das actuais sociedades vivem relega para segundo plano o escutar a intuição. É urgente que se encontrem ferramentas fundamentais para a reversão de um quadro de insensibilidade brutal que pode assolar a humanidade. Assim, a força da gentileza, do ouvir o outro, do olhar nos olhos, da gratidão assumem nova importância, para a nova era que se aproxima.

A implementação de uma nova ética, que é a ética do coração, do compartilhar e do sentir-se intimamente ligado à Natureza, ao Planeta, aos outros seres, faz-se necessária neste momento; isto pode determinar um novo ritmo nas vidas de cada pessoa e de todas as organizações. É em momentos de perda que se pára. Escutar o coração e seguir o caminho escutado, o da intuição.

A calma interior, a tranquilidade, a harmonia com o que se sente interiormente é forte e poderosa, é através dela que a alma sábia se expressa. Cada um de nós ao tornar-se disponível para participar na mudança do mundo é a semente que pode dar muitos frutos. O valor é inestimavél.

A cada experiência vivida ou sentida aprendemos mais acerca de nós. Consciencializamos que o dado adquirido nem sempre o é. E crescemos. O sermos eternos aprendizes é uma dádiva.



Rodapé: Em consciência. Agir com consciência tem um efeito poderoso nas nossas vidas.

29 de dezembro de 2011

2012... I wish

 



Rodapé 1: Sorriam e sejam felizes.
Rodapé 2: Ah e não deixem nada por dizer.
Rodapé 3: E já agora....que o steps rabbit emigre!!!!
Rodapé 4: E vamos lá a acordar para a realidade do mundo, este sistema em que o poder está no dinheiro e nos mercados financeiros não serve os Homens.

28 de dezembro de 2011

O poder...

Reparem bem na beleza desta fotografia. É singela, de uma beleza crua e tão simples. Parece frágil ao olhar. Surge perdida num meio que não é o seu. Uma força de vida no meio da dureza da pedra fria. Mas não. É quente, forte, segura e de cabeça erguida persiste num mundo que não é o seu. Terá medo, dor, mágoa... será que sorri com os olhos e no coração as lágrimas revelam teimosia?  

"O amor gera curas milagrosas"  (Louise Hay)
"Quem em cada pouco põe tudo o que é, merece ser feliz. E muito."  (Tati Bernardi)

Rodapé 1 : Yap no dout, about it.
Rodapé 2: O amor que sinto salva-me todos os dias
Rodapé 3: Será que salva, outro alguém?
Rodapé 4: Escrever acerca do que não me sai da cabeça.... não é o momento. Ainda não.

25 de dezembro de 2011

Cansada mas Feliz


Tão fofinha. Adorei a ternura


Rodapé: Bons sonhos e um soninho descansado, para todos !

23 de dezembro de 2011

Frida Khalo no Museu da Cidade




 Frida Kahlo - As suas Fotografias - No Museu da Cidade - Imperdível

Já fui ver (umas semanas atrás)
Amei.
Soube a pouco !!!


Rodapé 1: Descobrir um lado secreto da pessoa que foi a Frida Khalo. Adorei, adorei. :-)
Rodapé 2: A minha agenda para 2012 é de Frida Khalo :-)
Rodapé 3: Piroso? Quero lá saber. Eu gosto

Colhemos o que semeamos


"Qualquer coisa que acontece no mundo externo é um reflexo de algo que criamos no mundo interno. O pensamento conduz à ação, que conduz à reacção ou efeito correspondente ao pensamento. Desse modo, colhemos o que semeamos"




Muitas pessoas não se aceitam a si mesmas.. Não aceitam o que lhes acontece. Não aceitam como os outros são. Querem controlar tudo. Querem controlar a vida e as outras pessoas. 
E questionam-se:  "Porque acontecem estas coisas comigo? Eu sou tão boa. que grande injustiça". 
Vivem,  a culpabilizar os outros, a vida, a sorte, as circunstâncias. 
Não entendem que o único erro está em si mesmo e na sua mente negativa, nas suas atitudes individuais. Não se aceitam e não entendem  que mais não é do que a própria colheita do momento presente. 

É como um filme!

Gostemos ou não desse filme. É o filme das vidas construídas.
A vida continua a ser como foi intencionada para ser, ou seja como foi sendo gradualmente construída.  

Não se trata de fatalismo. Colhemos o que plantamos nesta vida e em outras vidas anteriormente vividas. 
Qualquer coisa que acontece no mundo externo é um reflexo de algo que criamos no nosso mundo interno. Cada  pensamento conduz à ação, que conduz à reação ou efeito correspondente ao pensamento. Desse modo, colhemos o que semeamos. 

"O ser humano semeia um pensamento e colhe uma acção.
Semeia um acto e colhe um hábito.
Semeia um hábito e colhe um carácter.
Semeia um carácter e colhe um destino" 

Procurar mudar as pessoas ou as circunstâncias ao nosso redor é perca de tempo. Fomos condicionados (por questões culturais, educacionais...) a pensar que as outras pessoas e as circunstâncias externas nos afectam. Mas somos nós!

Nós somos afectados pelas nossas atitudes em relação às coisas, ao mundo, às pessoas. Depende de nós sermos afectados de forma negativa ou positiva. 
Acções correctas produzem bons resultados. Actos impensados e errados conduzem a más consequências. É difícil de entender?

Talvez, é uma aprendizagem com consciência e muita humildade.
Trabalhar para se conhecer a si mesmo. Aceitar-se. E mudar.
Nada nesta vida nos acontece por acaso. Embora essa consciência possa não existir, a verdade é que o semeamos anteriormente.
Da mesma maneira, que se plantarmos uma alface, colheremos uma alface e não outra coisa qualquer, colheremos o que plantamos no passado, como os  nossos pensamentos, sentimentos, palavras e acções. Essa é uma lei inexorável. 
Não devemos esquecer que não podemos mudar os outros ao nosso redor.

Só nos podemos mudar a nós mesmos. Agir correctamente. Agir com todos os outros, como queremos que se comportem connosco.
Perdoar em vez de guardar mágoas. Libertar os pensamentos negativos da nossa mente. Estar disponível para os outros sem esperar recompensa. Ser útil. 
Quando compreendermos verdadeiramente que as futuras condições de nossas vidas são determinadas pelos nossos pensamentos, palavras e acções de hoje, viveremos cada momento das nossas vidas com mais responsabilidade. Mas principalmente com mais verdade.

Namasté

Rodapé 1: Ah pois é!
Rodapé 2: É tão simples, basta agir com consciência.
Rodapé 3: Por isso sejam felizes!
Rodapé 4: Esqueci-me do título do blog.. obrigada pelo aviso :-) (já está !)

19 de dezembro de 2011

Sei-te de Cor

A luminosidade do dia percorre-me o corpo. Aquece-me a alma. Incendeia o meu coração. Acordei assim, com música em mim. Palavras quentes, doces. Sei, são palavras.... as palavras existem para serem ditas, sem medos, pudores. As minhas palavras ditas existem per si, são reais e intensas.

Aurea - Be My Baby

I´ll make you happy, baby
Just waint and see
For every kiss you give me
I´ll give you three


Paulo Gonzo - Sei-te de Cor

Sei cada capricho teu e o que não dizes
Ou preferes calar, deixa-me adivinhar
Não digas que o louco sou eu
Se for tanto melhor
Amor sei-te de cor



Mafalda Veiga - Cada Lugar Teu

Eu vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar



Rodapé 1: É! Meu amor, sei-te de cor.
Rodapé 2: ... porquê sinto este desconforto na alma?
Rodapé 3: Amor, meu amor, pudera eu inundar-te de ternura. Sinto a alma nua.

18 de dezembro de 2011

O Previlégio de Amar

Ontem de madrugada o sono não queria vir ter comigo. Estava longe. Eu perdida, corrigo, encontrada no mar dos meus pensamentos, sonhei-te. De olhos abertos, como tantas vezes acontece.
A consciência do amor que sinto por ti é real, cada vez mais real. Anos se passaram sem que o verbaliza-se a mim mesma. Como o poderia diz a mais alguém?  Principalmente a Ti? No silêncio do noite percebi a urgência de te dizer. Dizer-te de viva voz que te gosto, que te quero, que te amo. É! Existem amores assim, ternos, doces, fortes, intensos que perduram no tempo e no espaço. A não presença não faz o sentimento diminuir nem terminar. O amor que sinto por ti, é mais forte. Sabes, amar-te é um prazer sentido com intensidade e consciência. Sim, eu tenho consciência que te amo.

E?
Disse! A olhar para ti.
O coração descompassado. Acelarado. Disse.
Senti-me leve. Feliz.

Amo-te e a urgência de o dizer tornou-se impossivel de suportar.
Prefiro amar-te assim, mesmo que não me ames, do que não sentir amor.
Amar é um dom. Amar intensamente é forte. Eu acredito que o amor é matriz. A força motora do universo. Eu conheço-te desde sempre. Sei que fazemos parte da vida um do outro desde outras vidas. Reconheci-te nesta vida e essa consciência aquece-me o coração. Torna-o mais bonito. Nada suplanta o amor, nada.

O que não tinha entendido ainda, foi o momento. O porquê de agora?
Senti um click interior e... Entendi, a reflexão permite alcançar o entendimento. Disponibilidade. Para amar. Para te amar. Quero estar contigo, só contigo.
Já amei muito. Nunca assim. Existem amores que são únicos. Formas de amar perfeitas no sentir. Assim é! Este amor é único. Sublime. 
Todas as pessoas deviam amar assim, uma vez na vida.


O medo de errar. O medo de verbalizar o que se sente é o maior inimigo de cada um de nós. Tolda a mente. Amarra o coração. Mas pricipalmente aprisiona a alma. Ah e a alma quer-se livre para ser inteira.
Amar é um previlégio.
Amar-te a Ti é sublime.

Rodapé 1: Foi tão bom olhar para ti. Ouvir a tua voz. Espero-te. Vamos jantar, tomar um café.
Rodapé 2: Vem... vamos envolver-nos num abraço. Deixa-me acarinhar-te, amar-te, mimar-te. É o mimo faz tão bem.
Rodapé 3: Se não resultar.. não resultou. Sem tentar jamais o saberei. Quero lutar pelo amor que sinto.
Rodapé 4: http://simpleworldbycjgreen.blogspot.com/2011/06/o-amor.html
Rodapé 5: http://simpleworldbycjgreen.blogspot.com/2011/04/amor-e-consciencia-ii.html
Rodapé 6: http://simpleworldbycjgreen.blogspot.com/2011/02/amor-e-consciencia.html


5 de dezembro de 2011

Há Amores Assim

Existem histórias que nos fazem sorrir. Amores assim... quentes, ternos, cheios.
Li, faz uns dias uma crónica do MEC (Miguel Esteves Cardoso) que mexeu comigo. Refiro-me à notícia de que a Maria João (mulher do MEC) ter sido novamente internada no IPO por culpa do cancro de mama. É, ssta doença não escolhe... nem sexo, nem idade, raça ou religião....Nenhum de nós está imune. Reconheço que me causa medo. Não só por mim, mas principalmente pelas pessoas que amo. As tais que trago junto ao coração faça chuva, sol ou frio. As tais que tornam a vida mais solarenga e me fazem sorrir só pelo facto de existirem.



O MEC escreveu:

«Quando sair este jornal, a Maria João e eu estaremos a caminho do IPO de Lisboa, à porta do qual compraremos o Público de hoje. Hoje ela será internada e hoje à noite, desde o mês de Setembro do ano passado, será a primeira vez que dormiremos sem ser juntos.O meu plano é que, quando me expulsarem do IPO, ela se lembre de ir ler o PÚBLICO....e leia esta crónica a dizer que já estou cheio de saudades dela. É a melhor maneira que tenho de estar perto dela, quando não me deixam estar. Mesmo ficando num hotel a 30 passos dela, dói-me de muito mais longe.
O IPO consegue ser uma segunda casa. Nenhum outro hospital consegue ser isso. Podem ser hospitais muito bons. Mas não são como uma casa. O IPO é. Há uma alegria, um humor, uma dedicação e uma solidariedade bem-educada e generosa, que não poderiam ser mais diferentes da nossa atitude e maneira de ser- resignada, fatalista e piegas- que são o default institucional da nacionalidade portuguesa. É graxa? Para que tratem bem a Maria João? Talvez seja. Mas é merecida. Até porque toda a gente que os três IPO de Portugal tratam é tratada como se tivesse direito a todas as regalias. Há muitos elogios que, não obstante serem feitos para nos beneficiarem, não deixam de ser absolutamente justos e justificáveis.
Este é um deles. Eu estou aqui ao pé de ti. Como tu estás ao pé de mim. Chorar em público é como pedir que nada de mau nos aconteça. É uma sorte.É o contrário do luto. Volta para mim.»


(MEC 30 de Novembro, in Público)


E de lágrima fácil desejo de coração que a Maria João se reestabeleça. Beijos

"A medida do Amor é Amar sem medida"
(Santo Agostinho)

Rodapé: Love is !!!!!

14 de novembro de 2011

Responsabilidade

"O mundo é um palco onde todos somos actores. 
Cada actor desempenha um papel único, e é responsável pelas suas próprias acções. Responsabilidade, significa fazer o que é certo, não importa quão grande ou pequena, a tarefa possa ser. 
Para tornar o mundo um lugar melhor, cada um de nós tem um papel a desempenhar."



Assumir a responsabilidade individual é direito e dever de cada cidadão do mundo. Viver a responsabilidade com verdade em consciência, é o papel maior a que todos somos chamados. Diariamente.

Rodapé: Somos responsáveis por nós próprios. Pelas nossas acções, comportamentos e pensamentos. A responsabilidade não se esgota nas acções  individuais. Até porque os nossos comportamentos têm impacto, logo influem, num meio social. Somos responsáveis por outros, os que dependem de nós. Seja porque esses outros dependem de nós em termos financeiros, afectivos, sociais... somos responsáveis por quem amamos e nos ama. Somos responsáveis por quem cativamos na estrada da vida. Essa responsabilidade não se esgota quando os olhos deixam de ver e os braços de abraçar. O sentir persiste. Somos seres com a responsabilidade de individual e globalmente transformar o mundo naquilo que queremos que ele seja. Um mundo melhor para estar, sentir e amar.

1 de novembro de 2011

Trovante no Coliseu

Existem músicas que fazem parte das memórias, para sempre. Existem músicos, grupos que nos acompanham desde sempre. O Trovante é assim.... desde há 35 anos.


Uma noite sublime. Emoções, recordações, alegrias sentidas, vividas intensamente....
'Xácara das Bruxas Dançando', 'Travessa do Poço dos Negros', 'Molinera'.....
Com Luís Represas a dizer ao microfone aquilo que cada um de nós já sentiu e já pensou para si mesmo durante esta noite: «Somos, talvez, o livro de memórias de nós próprios que é muito bom de abrir de vez em quando. Chegámos a pensar não o abrir mais mas ainda bem que o fizemos». E desse livro de memórias há mais páginas ainda por desfolhar... 'Perdidamente', 'Saudade', 'Balada das Sete Saias' e 'Fizeram os Dias Assim'. Não faltou nada antes de todo o Coliseu cantar desde a primeira palavra o já merecido, importante, melódico, cheio de significados, '125 Azul'.
Foi com lágrimas nos olhos (tal como a chuva que caía e nos apanhou desprevenidos) que saímos do Coliseu. Afinal "Timor" não deixa ninguém indiferente, muito menos os que viveram a luta pela causa timorense; E voltam mais recordações... as da faculdade, das concentrações pacificas, as velas acesas nas ruas até de madrugada com um único pensamento: Paz.
José Martins, José Salgueiro, João Nuno Represas, Manuel Faria, Fernando Júdice, Luís Represas, Artur Costa e João Gil estão, como uma fã gritava da plateia, «como o vinho do Porto».

Obrigada por (mais uma) noite fantástica!

Rodapé 1: Thanks Zé pelo bilhete, pela companhia, pelo abraço (quando as lágrimas teimavam em cair) de felicidade.
Rodapé 2: Sorte que amanhã posso dormir até mais tarde (ou não quem me manda a mim combinar uma passeata às 10h00? só porque é feriado....
Rodapé 3: Foto da net

30 de outubro de 2011