
1 de junho de 2010
Rebanho....

19 de maio de 2010
16 de maio de 2010
Wish You Were Here
Uma reportagem na Tv acerca do Hospital Júlio de Matos terminou ao som desta experiência musical que é "Wish You Were Here " from Pink Floyd. Fabuloso, desde a letra, à voz, à forma como os instrumentos são tocados. O melhor e mais incrivel é a forma como me fazem sentir. Simplesmente amazing.
Vinha com idéia de dissertar acerca do encerramento do HJM, e da "loucura", mas agora não me apetece. Não estou com vontade de escrever sobre distúrbios da mente ou comportamentos disfuncionais. In another day, who knows... :-)
Pink Floyd - Wish You Were Here - Live (Pulse)
So,
so you think you can tell
Heaven from Hell,blue skies from pain. Can you tell a green field
From a cold steel rail? A smile from a veil? Do you think you can tell?
And did they get you to trade
Your heroes for ghosts? Hot ashes for trees? Hot air for a cool breeze? Cold comfort for change?And did you exchange
A walk on part in the war
For a lead role in a cage?
How I wish, how I wish you were here.We're just two lost souls
Swimming in a fish bowl, year after year. Running over the same old ground. What have you found?
The same old fears.Wish you were here.
Rodapé: Composição Roger Watters and David Guilmor
15 de maio de 2010
Energia

Why?
Não importa why.... fellings and energy.
Yeap positive energy.
And now?
Banheira and books.
Feira do livro ai vou eu :-)
Mais do que palavras importa sentires. Estou assim :-)
Agradecida por mais um dia em que EU decido!
14 de maio de 2010
Medidas
Fazer face ao défice.....
Hum... hum... Brrrrrr..... Always the same pocket!!!!
Cada vez mais, a sociedade ocidental, vive num estado de consumismo desenfreado.
Que tal se, cada um de nós "cortar" algumas despesas que tanto contribuem para os prémios e vencimentos de tantos administradores de tantas "big" empresas????
Ou estarei a martelar na mesma tecla?
Teimosia? Nop... persistência!
Rodapé 1: para quê... tá dito!
Rosapé 2: sem foto...
12 de maio de 2010
Relações
Conversa de café, presentes seres do sexo feminino.
Tema: Eles (nop, não havia nenhuma lésbica presente).
Fiquei a pensar no teor da conversa e ainda mais no seu conteúdo.
Tipica conversa do eterno feminino.
Nop não me refiro a sapatos, malas ou trapos....
Relações. Das falhas. Dos medos. Das incertezas. Das incoerências. Manter um relacionamento porque existem crianças. Teimar em sustentar uma relação porque não apetece estar só, porque é cómodo, porque ele (ou ela) muda e vai perceber.... blá, blá blá.
A verdade é que iniciar um percurso alone, dá trabalho. (that I know).
Dói. Obriga-nos a pensar em nós, enquanto ser individual. Implica reorganização não só exterior, mas principalmente interior. Nop, não é fácil. Mas quem foi que disse que o era? Nobody. In The End! Chora-se, sente-se vontade de gritar. Mas caramba quando se consegue fazer o luto a uma relação obtém-se uma sensação de bem estar sem paralelo. Falo em luto, porque é isso mesmo. Conseguir olhar para o outro (a), com quem partilhamos momentos importantes da nossa vida, com ternura e carinho, sem raiva, ódio, ou outro sentimento menos bom é uma vitória! Yeap Vitória. Guardar no baú da memória, momentos e fragmentos. Sim porque não os devemos suprir da nossa realidade. Afinal fazem parte de nós. De quem somos. Sem essas experiências Eu não seria quem sou. Sem vivenciar, principalmente sem sentir, o meu mundo não seria como é. É preciso sofrer por amor para o entender. Sem sofrimento é tão mais difícil crescer e principalmente mudar. Aprendi que não quero uma relação. Quero estar em relação!
Aprendi que não quero mentiras, só porque não me querem magoar.Quero a verdade.
Aprendi que quero ser amada porque mereço. Não só porque sou gira ou sensual (tão relativo a beleza e sensualidade). Aprendi o que não quero. Não quero um marido. Nem alguém para partilhar despesas, férias, almoços e jantares. Quero uma companheiro. Quero cumplicidade. Quero um Amante. Quero alguém com quem me apeteça rir e brincar. Alguém com quem compartilhar o dia-a-dia. Alguém com quem possa chorar. Alguém com quem consiga conversar sobre tudo e sobre nada. Quero alguém que entenda que manter uma relação amorosa dá trabalho. Porque todos nós temos momentos bons e outros menos bons. Alguém que entenda que a felicidade não é um estado permanente. Importa entender os momentos felizes e os hiper felizes. Aceitar os menos bons e até mesmo os maus, porque eles existem. Afinal somos humanos. Alguém que saiba que a felicidade vem de dentro. Não se procura no exterior, fora de nós próprios. Não se projecta em alguém, não deve ser construída sobre o outro. Quero uma relação de liberdade e não de posse. Amar não é possuir. Amar é partilhar.
Rodapé 1: Importa acreditar em nós mesmos. Always. Rodapé 2: fotos da net
11 de maio de 2010
Pedras

O resto do dia? Nothing new.
Estes últimos tempos têm sido uma prova. Sinto que estou sempre a tropeçar em pedras no caminho. Um teste. É a "vida" a colocar-me à prova. Estou consciente desse facto. Não o posso negar. Porque sei que é assim. Não sinto cansaço, pelo menos físico. A minha mente começa a ressentir-se. Também da falta de descanso. As noites estão longas. Acordo, adormeço. Adormeço e acordo. Não me parece muito saudavél. É um ciclo que teve início nos primeiros dias de Abril e parece que não tem fim. A vida, à semelhança da natureza é vivida por ciclos. As intempérides e tempestades agitam os mares, derrubam àrvores, causam destruição em cidades e estradas. Pois é, a minha vida parece uma tempestade de alto mar, com vagas quase intermitentes e alturas bem lá em cima. Ok, pelo menos não é um tsunami. O grau de destruição não é maciço. Mas caramba, já fazia bem parar with my private collection of stones. (agora fiquei a rir com o que acabei de escrever) Sinal de insanidade? Pouco importa. E eu até gosto de pedras. mas já mudava a colecção. Preciso de descomprimir e compartimentar. Arrumar as gavetas do meu armário interior e perpectivar. De outra forma não vai ser fácil tomar decisões.
Sinto-me quase violentada nos meu eu. "Obrigada" a fazer algo que não quero, a estar onde não me apetece estar, a desenvolver algo em que não me revejo, com filosofias e formas de estar que nada têm a ver comigo. Mantenho-me. Fria. Distante. Ausente. Sem entrega. Sem motivação. Consequência? Não sou EU. Não é o meu eu alegre, bem disposto, simpático e sorridente. Digamos que funciono em piloto automático. Nada contra os pilotos automáticos (muito úteis na aviação). A questão é que aplicados a este agora, me provocam desgaste e desânimo. O risco será o de entrar em erupção, como um vulcão....
É costume dizerem-me que sou boa ouvinte. Que tenho grande capacidade de ouvir, sem julgar, sem emitir juízos de valor. Que estou sempre presente quando os meus amigos precisam. Sinto que é assim. O outro lado da moeda é-me mais difícil. Quando chega a altura de falar de mim, no que concerne ás minhas dúvidas, interrogações, sentires, dores... tenho sempre dificuldade em falar. Será uma capa? Uma protecção? Estou assim tão fechada no meu mundo interior que não consigo partilhar em plenutide? Muitas vezes me pergunto se é por receio de sair magoada. Não quero a resposta que diz: "Sim, é por medo!". Recuso essa resposta. O medo pode ser paralisante. Inibidor do desenvolvimento e da mudança. Neste caso pelo menos. O medo faz sentido como alerta, um sinal de alerta, de protecção, que dispara quando a sobrevivência se sente ameaçada. Stop! Preciso tanto de dar o salto. Quero continuar o meu trabalho de desenvolvimento e crescimento. Estas pedras não podem impedir esse trabalho iniciado.
Rodapé 1: O leite derramado... a sign?
Rodapé 2: foto da net
